Gislaine Silveira
Esta postagem foi publicada em 8 de dezembro de 2017 e está arquivada em Gislaine Silveira.

Comer manteiga, sim ou não, eis o pão!

Todos os dias, surgem os vilões e os heróis da nossa dieta de cada dia. Alguns desses vilões são óbvios, apesar de nos seduzirem e trazerem uma felicidade momentânea. E há os super-heróis, aqueles alimentos que estão aqui para nos salvar, combater os malefícios causados pelos vilões. Às vezes, passamos a vida sendo fãs daquele super-herói que, da noite para o dia, vira um supervilão! E agora? Devemos combatê-lo, eliminá-lo das nossas vidas, dizer adeus aos momentos onde ele salvou um jantar, um almoço, ou café da tarde? Não é bem assim! Então, aqui, falarei da manteiga, a queridinha dos franceses, criada há 4.500 anos, para o meu, e o prazer de muitos.

Há apenas algumas décadas, a manteiga foi relacionada ao colesterol ruim (LDL) alto, ataques cardíacos etc. Era o LDL aumentar um pouquinho, que o médico já sentenciava “Pare de comer manteiga!!!”. Quão radical, quão fatídico para os que a amavam. Passei por isso quando tive um diagnóstico errado de artéria bloqueada. Seria o fim dos croissants, pão com manteiga e chimia, na minha vida? Não! Não larguei de mão! Eu não conseguia acreditar que meu alimento-herói favorito (depois do chocolate meio amargo), tivesse se tornado esse vilão tão fatal. Lendo e pesquisando bastante, vi que a história não era bem essa. Então, como em qualquer boa história, a reviravolta da heroína tornada em vilã, aconteceu! Muitas revistas de ciência e alimentos saudáveis estavam trazendo a manteiga de volta, falando dos seus benefícios para a saúde. Pensemos no povo francês, um dos que menos sofrem ataque cardíaco e que menos tem problema com LDL, no mundo, e come manteiga com manteiga, no seu dia a dia. Isso mostra que manteiga, realmente, não é o problema. A manteiga tem gordura saturada saudável e outras propriedades que são necessárias para o bom funcionamento dos nossos órgãos, mas claro, não pode ser qualquer manteiga, estou falando daquela manteiga purinha, que vem das vacas que comem grama.

Estes são apenas alguns dos benefícios que a manteiga nos oferece: é anti-inflamatória e antioxidante, ajuda o coração a ser mais saudável, dá um up na energia e é supressor de apetite (faz um café batido com manteiga, é milagroso!), antitumoral, regula hormônios, contém ácido láurico, que combate fungos e ácido araquidônico, que ajuda a manter a vitalidade do cérebro, contém vitaminas. Comer manteiga, sim ou não, eis o pão!

Todos os dias, surgem os vilões e os heróis da nossa dieta de cada dia. Alguns desses vilões são óbvios, apesar de nos seduzirem e trazerem uma felicidade momentânea. E há os super-heróis, aqueles alimentos que estão aqui para nos salvar, combater os malefícios causados pelos vilões. Às vezes, passamos a vida sendo fãs daquele super-herói que, da noite para o dia, vira um supervilão! E agora? Devemos combatê-lo, eliminá-lo das nossas vidas, dizer adeus aos momentos onde ele salvou um jantar, um almoço, ou café da tarde? Não é bem assim! Então, aqui, falarei da manteiga, a queridinha dos franceses, criada há 4.500 anos, para o meu, e o prazer de muitos.

Há apenas algumas décadas, a manteiga foi relacionada ao colesterol ruim (LDL) alto, ataques cardíacos etc. Era o LDL aumentar um pouquinho, que o médico já sentenciava “Pare de comer manteiga!!!”. Quão radical, quão fatídico para os que a amavam. Passei por isso quando tive um diagnóstico errado de artéria bloqueada. Seria o fim dos croissants, pão com manteiga e chimia, na minha vida? Não! Não larguei de mão! Eu não conseguia acreditar que meu alimento-herói favorito (depois do chocolate meio amargo), tivesse se tornado esse vilão tão fatal. Lendo e pesquisando bastante, vi que a história não era bem essa. Então, como em qualquer boa história, a reviravolta da heroína tornada em vilã, aconteceu! Muitas revistas de ciência e alimentos saudáveis estavam trazendo a manteiga de volta, falando dos seus benefícios para a saúde. Pensemos no povo francês, um dos que menos sofrem ataque cardíaco e que menos tem problema com LDL, no mundo, e come manteiga com manteiga, no seu dia a dia. Isso mostra que manteiga, realmente, não é o problema. A manteiga tem gordura saturada saudável e outras propriedades que são necessárias para o bom funcionamento dos nossos órgãos, mas claro, não pode ser qualquer manteiga, estou falando daquela manteiga purinha, que vem das vacas que comem grama.

Estes são apenas alguns dos benefícios que a manteiga nos oferece: é anti-inflamatória e antioxidante, ajuda o coração a ser mais saudável, dá um up na energia e é supressor de apetite (faz um café batido com manteiga, é milagroso!), antitumoral, regula hormônios, contém ácido láurico, que combate fungos e ácido araquidônico, que ajuda a manter a vitalidade do cérebro, contém vitaminas A, D, E e K, ajuda a combater a perda de dentes, ajuda na absorção de minerais e a cuidar da saúde ocular etc.

Algo que vem da natureza não pode nos fazer tanto mal, não é? O segredo, realmente, é a procedência, procurar consumir manteiga de qualidade, quem sabe daquele produtor local, que tira leite das mimosas que ficam soltas no pasto, e depois faz manteiga de forma artesanal? Assim, cuidamos mais de nós e incentivamos a qualidade e os produtores locais. E sem falar que tudo com manteiga fica mais saboroso, mais dourado. Agora vou lá, comer um pão quentinho com manteiga caseira.

A, D, E e K, ajuda a combater a perda de dentes, ajuda na absorção de minerais e a cuidar da saúde ocular etc.

Algo que vem da natureza não pode nos fazer tanto mal, não é? O segredo, realmente, é a procedência, procurar consumir manteiga de qualidade, quem sabe daquele produtor local, que tira leite das mimosas que ficam soltas no pasto, e depois faz manteiga de forma artesanal? Assim, cuidamos mais de nós e incentivamos a qualidade e os produtores locais. E sem falar que tudo com manteiga fica mais saboroso, mais dourado. Agora vou lá, comer um pão quentinho com manteiga caseira.

Os artigos publicados no site da Rádio Taquara não refletem a opinião da emissora. A divulgação atende ao princípio de valorização do debate público, aberto a todas as correntes de pensamento.
Participe: [email protected]