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Estacionamento na rua Júlio de Castilhos deverá deixar de ser oblíquo

Alteração deverá ser uma das principais mudanças do novo sistema do estacionamento rotativo.

O Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública (Consepro) de Taquara segue tomando as providências para a operação do estacionamento rotativo do município, a partir de uma parceria firmada com a Prefeitura de Taquara. Nesta quinta-feira (19), teve início o recolhimento dos parquímetros para que sejam reconfigurados dentro do novo sistema. Também foi revelada uma das principais mudanças que deverá ser implementada no Centro de Taquara, na rua Júlio de Castilhos: a transformação do estacionamento oblíquo em paralelo. A ideia é que essa alteração possa ocorrer já com a entrada em operação do sistema.

De acordo com o presidente do Consepro, Luiz Weber, e o secretário-geral da entidade, Dênis Badermann de Lemos, o conselho trabalha com a meta de que, em até 30 dias, possa colocar em funcionamento o estacionamento rotativo. Com relação à alteração do sistema da Júlio, Dênis explicou que, em estudos de trânsito que estão sendo feitos, foi constatada a dificuldade provocada pelo atual modelo, principalmente quando os veículos querem sair do estacionamento oblíquo, mas encontram um trânsito carregado ou provocam congestionamentos. A ideia é implementar o sistema paralelo em toda a extensão da Júlio, com a demarcação fixa de vagas.

A mudança do modelo de estacionamento reduz o número de espaços para os veículo, o que o Consepro buscará compensar com a implantação do rotativo em outras vias, ainda em estudo, como é o caso da Bento Gonçalves, em um dos seus trechos. Já está definido, também, que o estacionamento será ampliado no trecho da Júlio entre a Pinheiro Machado e o Colégio Santa Teresinha, que até então não era contemplado pelo sistema.

Os parquímetros, que por contrato passaram a integrar o patrimônio da Prefeitura de Taquara, foram, nesta nova parceria, cedidos ao Consepro, que encaminhou os equipamentos para a implantação do seu software de controle. Segundo Weber e Denis, haverá uma nova configuração, à medida que o usuário não terá apenas o parquímetro para a compra de créditos, mas também poderá adquirir em lojas do comércio, com os fiscais responsáveis e através de um aplicativo que poderá ser instalado nos telefones celulares. O valor será de R$ 1,00 para meia hora. A tolerância, por lei, continuará sendo de 10 minutos, mas o Consepro ainda pretende estudar este tempo com a prefeitura de Taquara. Também estão em estudo as vagas para idosos e deficientes físicos, bem como o horário de carga/descarga. Para estes levantamentos, o Consepro contratou um engenheiro de tráfego, que está fazendo os estudos com base técnica.

Acompanhe a íntegra da entrevista com Dênis Lemos e Luiz Weber à Rádio Taquara: