Na última quinta-feira completaram-se três meses da queda da fachada da Sociedade Atiradores de Taquara, ocorrida na madrugada de 12 de agosto passado. Enquanto isso, dois processos tramitam no Fórum local, envolvendo o caso, ambas movidas pelo Ministério Público. Uma delas é uma ação civil pública, que foi interposta ainda em setembro, e busca ressarcimento do prejuízo causado ao patrimônio histórico e cultural de Taquara. Na petição, a promotora Lisiane Rubin considera que a Atiradores não cumpriu as medidas protetivas à preservação da fachada, durante as obras de reforma do prédio da entidade, desrespeitando Termo de Ajustamento de Conduta. Ela solicita a restituição de danos ambientais, materiais e morais em forma de indenização financeira.
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