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Marizete volta a explicar atendimento em posto do bairro Vila Nova em Parobé

Falta de água e demora no agendamento de consultas foram pontuadas por secretária de saúde e vice-prefeita.

A vice-prefeita de Parobé e secretária municipal de Saúde, Marizete Pinheiro, voltou a se manifestar, nesta quarta-feira (20), sobre o posto de saúde do bairro Vila Nova. Na segunda-feira (18), a unidade foi alvo de polêmica, após denúncias feitas pelo vereador Dari da Silva (Pros) dando conta de falta de água no local e demora no agendamento de consultas. A secretária disse, novamente, que o problema da água se deu por um equívoco no pagamento de uma das contas. Sobre as consultas, disse que os agendamentos são feitos para casos que podem aguardar, mas acrescentou que há dois médicos no local e houve incremento substancial dos atendimentos em Parobé.

Marizete iniciou sua manifestação (veja a íntegra em vídeo abaixo) explicando que, quando assumiu a pasta da saúde, o posto funcionava em uma casa antiga no bairro Vila Nova, com precárias condições. Por isso, teve início a busca de um novo prédio que pudesse sediar a unidade, o que foi conquistado, inclusive com reforma e adequação do espaço. Desde então, houve a qualificação dos atendimentos no local.

Com relação ao problema da água, Marizete Pinheiro disse que, costumeiramente, o bairro Vila Nova sofre com falta de abastecimento. Na sexta-feira passada (15), houve desabastecimento, mas a enfermeira responsável acreditou que poderia ter ocorrido falta de água no bairro. Como a situação persistiu na segunda-feira, foi feito contato com a Secretaria de Saúde, que contatou a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e foi descoberto uma falha de lançamento em sistema. Houve o pagamento em duplicidade da fatura de janeiro, enquanto a de dezembro não tinha sido lançada, ficando em aberto. Segundo Marizete, tão logo se percebeu o equívoco, foi efetuado o pagamento desta fatura, e o abastecimento normalizado.

No tocante aos agendamentos, Marizete enfatizou que o posto conta com dois médicos, o que decorre da ampliação do número de profissionais feito pela Prefeitura, que subiu de 11 para 24. Acrescentou que isso possibilitou o incremento do número de consultas, que pulou para cerca de seis mil por mês, totalizando mais de 72 mil em 2018. A secretária e vice-prefeita disse que os atendimentos são agendados para os casos que podem aguardar, mas acrescentou que a equipe do posto está habilitada a reconhecer as situações de emergência/urgência, que não podem ficar esperando. Marizete defendeu o sistema de agendamentos para evitar a formação de filas desnecessárias nos postos.

Confira a íntegra da entrevista da secretária à Rádio Taquara:

https://www.facebook.com/JornalPanorama/videos/370621436855869/