O gerente da unidade de Taquara da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), Aurélio Rocha Pereira, assegurou a manutenção técnica dos canos que integram a rede da empresa estatal no município. Segundo ele, todos estão dentro dos padrões técnicos. Inclusive, Aurélio disse, nesta quarta-feira (20), ao Jornal Panorama, que os canos que têm apresentado o maior número de rompimentos são os mais novos, pois estão em locais de alta pressão. Aqueles mais antigos, segundo Aurélio, apresentam o menor número de defeitos.
Nos últimos dias, tem aumentado o número de reclamações da comunidade direcionadas ao Jornal Panorama e à Rádio Taquara sobre problemas de vazamentos na rede da Corsan. O gerente da companhia disse que há uma questão técnica que, muitas vezes, provoca estas situações, o choque térmico das águas. Nos últimos dias de calor, houve aquecimento da água do rio e nas redes. Depois, quando ocorreu uma frente fria, a temperatura do rio baixou, e quando essa água captada chegou à rede, muitas vezes há choque térmico, provocando microfissuras nos canos, o que com a pressão a água vaza e aflora. De acordo com Aurélio, essas oscilações de temperaturas ocorrem geralmente no inverno e verão, provocando o aumento dos números de vazamentos devido a situação técnica.
Sobre um problema na rua Edmundo Saft, bem próximo à unidade administrativa da Corsan, Aurélio informou que a situação foi consertada nesta quarta-feira. O gerente negou que o vazamento tenha mais de um mês. Segundo ele, naquela via, devido ao Morro da Cruz, há um número muito expressivo de vertentes, o que faz com que a água aflore. Isso faz com que, em caso de suspeitas de vazamento, seja necessária a realização de sondagens com equipamento específico, para descobrir o ponto do problema nos canos, fazendo a intervenção naquele local, levando em conta que não seria possível fazer a abertura de todo o asfalto. Com o ponto da rede rompida identificado, foi providenciado o conserto do vazamento na via



