Alexandre Pretto Nunes, 27 anos, é natural de Taquara. É filho de José Carlos Nunes (56) e Nadir Maria Nunes (56) e tem três irmãos: Carla Nunes Kaiser (32), Raquel Nunes (30) e Guilherme Pretto Nunes (26). É bacharelando em Física Médica pela PUC, atua como programador da T&T Engenheiros Associados, em Porto Alegre, e é presidente do Rotaract Club de Taquara.
Como você ingressou no Rotaract Club e o que representa para você ser o presidente do clube de serviços?
Eu participava como colaborador do Interact. Em 2003, fui convidado para ser um dos fundadores do Rotaract de Taquara. Ser presidente é uma grande experiência, principalmente por poder experimentar um cargo de liderança, o que é muito importante para a vida profissional, pois sentimos mais segurança em assumir cargos de maior responsabilidade.
Quais são os principais projetos do clube que serão realizados neste ano?
Teremos novamente duas edições do Pizzaract; pretendemos dar continuidade a campanhas voltadas à educação e ao auxílio de jovens, a exemplo do serviço iniciado com o Busaract no ano passado, e campanhas de desenvolvimento interno dos sócios, como palestras e mini cursos.
Quais são suas impressões de Taquara?
É uma cidade relativamente tranquila, mas faltam opções de lazer. O pessoal não prestigia muito as iniciativas lançadas aqui, e são poucas as que dão certo. Parece que a população já tem um preconceito com tudo o que se tenta fazer.
Em 2005 você fez um intercâmbio na Alemanha. Comente sobre sua experiência naquele país.
O intercâmbio aconteceu através do professor da Faccat, Marcelo Azambuja, que conhecia uma brasileira que trabalhava na Mercedes-Benz de lá. Ele pediu que fosse reservada uma vaga de estágio para um aluno da Faccat, onde eu cursava Sistemas de Informação na época. Para mim, foi ao mesmo tempo difícil e divertido. Foi quando aprendi a me virar sozinho, pois estava indo para o exterior pela primeira vez e era também a primeira vez em que viajava sozinho. Fiquei na Alemanha por meio ano, morando na cidade de Sindelfigen e trabalhando na maior unidade da Mercedes, junto com 40 mil funcionários. Foi bastante interessante ver uma pequena parte do desenvolvimento do processo de criação dos carros. Ao final do estágio, passei um mês passeando. Conheci cidades e alguns países vizinhos à Alemanha.
O que o levou a optar pelo curso de Física Médica?
Sempre gostei dessa área e estava procurando um curso para fazer à noite. Foi quando descobri que a PUC estava oferecendo um bacharelado de Física, com ênfase em Física Médica, e achei interessante. O currículo é voltado para a radiologia, radiodiagnóstico, radioterapia e medicina nuclear. Também são oferecidos aos alunos projetos de pesquisa nas áreas de placas solares e próteses médicas.
Quais são suas principais características pessoais?
Sou um cara reservado, amigo, gosto de discutir assuntos de forma aprofundada e estou quase sempre disposto a ajudar os amigos.
O que você gosta de fazer a título de lazer?
Gosto de tocar e escutar música (fiz aula de piano, aula de canto, mas acabei parando por falta de tempo), ler livros antes de dormir e jogar ao computador.
Cite alguns momentos marcantes da sua vida: a viagem para a Alemanha, a eleição para presidente do Rotaract, o momento que escolhi trocar de curso (para Física Médica) e os almoços em família.
Quais são seus planos para o futuro?
Pretendo me focar no meu curso a fim de me formar logo e ver o que surge de oportunidade de emprego. Penso também em fazer mestrado e doutorado, quero manter os trabalhos com o Rotaract e encontrar mais tempo para me dedicar ao estudo da música.
Estilo musical: metal, rock progressivo e música clássica.
Prato predileto: a macarronada da minha avó.
Um lugar: onde estão meus amigos.
Uma mania: ficar corrigindo detalhes pequenos nas coisas.
Uma habilidade: aprender rápido, descobrir o funcionamento das
coisas.
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