
Em 1981, a cidade ainda era distrito de Taquara, mas com as modificações culturais, econômicas, sociais definidas pelo fortalecimento da indústria efervesceram a consciência quanto à necessidade de ampliar o desenvolvimento, para criar formas de crescimento como um todo e garantir atendimento às necessidades urgentes que existiam na localidade.
Depois de uma reunião do Rotary Club, alguns dos residentes da localidade formaram a Comissão Emancipacionista. Em novembro de 1981 a Assembleia Legislativa do Estado aprovou o pedido de emancipação. O grupo de líderes que representavam os moradores era formado por Laerte Luís Mosmann (presidente), José Alexandre Haack, Irineu Argemiro Linden e Fredolino Pereira dos Santos (vice-presidentes), Irton Bertoldo Feller (1º secretário), Antônio Carlos de Souza (2º secretário), Aiser Hehn (1º tesoureiro) e Ivo Hebert Ritter (2º tesoureiro).
O trabalho foi incessante e comunitário. Todos se dedicavam igualmente para concretizar a emancipação, reunindo dados e documentos a ser entregues na Assembleia Legislativa. Porém, o número de habitantes impedia que o processo fosse efetivado, o que fez com que o grupo optasse por incluir no projeto os distritos de Santa Cristina, Morro da Pedra e Campo Vicente, sendo que os dois primeiros ainda pertenciam à Taquara e o último a Sapiranga.
Com a documentação aceita, o plebiscito foi marcado para o dia 28 de março de 1982, e a campanha foi igualmente incansável. Enfrentando todas as contrariedades, a população aprovou com 91% dos votos pela criação do município. Desta forma o governador do Estado, José Augusto Amaral de Souza, assinou no dia 1º de Maio de 1982, a Lei nº 7.646, que criou oficialmente o Município de Parobé.


