Perfil

Fernando Luz Lehnen (Pituca)

Fernando Luz Lehnen (Pituca), 33 anos, natural de Taquara. É casado com Carla Camila Lehnen (30). Advogado, cursa pós-graduação em

perfil_pitucaFernando Luz Lehnen (Pituca), 33 anos, natural de Taquara. É casado com Carla Camila Lehnen (30). Advogado, cursa pós-graduação em Direito Municipal na LFG de Novo Hamburgo. Atualmente é vice-presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Taquara e procurador jurídico do Município de Taquara.

Qual é a origem do seu apelido?
Quando eu nasci, meu avô (Juquinha Lehnen) queria que meu nome fosse José Theomar Lehnen Neto, para que eu ficasse conhecido como “o Juquinha, neto do José”. Mas acabei recebendo o nome de meu pai, acrescido do sobrenome da minha mãe. Meu avô disse, então, que iria arrumar um apelido para mim e escolheu Pituca. Seis meses depois, ele faleceu e, em sua homenagem, meus pais deixaram o apelido. Minha avó diz que, se meu avô ainda fosse vivo, o apelido não teria ficado, mas não enfrento problema nenhum com ele.

Como se deu a opção profissional?
Não dá para negar que houve influência da família (a mãe também é advogada), mas ela também foi grande por parte de dois professores que tive no ensino médio, na cadeira de Instituição de Direito, quando estudava no CNEC: Magali Flocke Hack e Mauro Borges dos Santos. Gosto muito da profissão, pois o advogado é, de certa forma, um agente de transformação da sociedade. Sem ele, não há justiça, digamos assim e, se não fosse o movimento liderado pela OAB nos anos 80, talvez ainda vivêssemos sob a ditadura e o movimento Diretas Já nem teria ocorrido. Por isso, a advocacia se mostra como uma profissão dignificante, no momento em que se tem a compreensão de que é ela quem defende dos abusos contra os cidadãos.

Fale sobre a experiência de atuar como procurador municipal e ser vice-presidente local da OAB.
Acho que o sangue político corre nas veias da família, e as duas funções têm esse caráter. Estou atuando na Prefeitura de forma técnica, o que representa uma experiência muito gratificante, tanto por estar ao lado do prefeito Délcio (Hugentobler), por sua liderança e honestidade, quanto por se tratar de uma oportunidade de contribuir como agente de transformação da sociedade. Em relação à OAB, julgo importante estar atuante dentro da classe profissional. Acho necessária uma visão num sentido de congregação e de troca de experiência.

Comente sobre sua conhecida paixão futebolística pelo Internacional.
Tem a ver com Paulo Roberto Carvalho dos Santos, que foi a grande influência para que eu me tornasse colorado, quando eu tinha uns sete anos. De lá para cá, a paixão só cresceu. Além disso, o Internacional me proporcionou grandes amizades. Já fui mais “doente” pelo Inter, porque chorei na Libertadores em que perdemos para o Olímpia nas semifinais, me sentindo culpado pela derrota por não ter ido ao estádio. Hoje, sou mais fanático, por ter chorado de muita emoção quando vencemos a Libertadores da América e o Campeonato Mundial, em 2006.

Quais são suas principais características pessoais?
Me considero um cara honesto, muito amigo, teimoso e um excelente jogador de pôquer (pescador e mentiroso – risos).

O que você gosta de fazer a título de lazer?
Gosto de pescar, quando não estou no Beira-Rio olhando o jogo do internacional. Também aprecio ir à praia, acampar e tudo que envolva os amigos.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Conheci a Camila no dia 26 de novembro de 1995, numa festa na boate do Clube Comercial, e começamos a namorar em 8 de janeiro do ano seguinte, período em que a maioria das pessoas estava na praia e nós ficamos em Taquara, trabalhando. Sou apaixonado por ela e o que mais admiro são várias coisas: o grande coração dela, a forma equilibrada como trata as coisas, a beleza física e a parceria.

O que o tira do sério:
é difícil me tirar do sério, pois sou muito tranquilo, mas, talvez, o jogo de cartas com a minha sogra.

Quais são seus planos para o futuro?
Ter um filho, me formar na pós-graduação e cursar um mestrado.

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