Perfil

Lauri Fillmann

Lauri Fillmann, 50 anos, natural de Cruzinha, interior de Taquara. É casado com Elisete Maria Fillmann (43), com quem tem

lauri-fillmannLauri Fillmann, 50 anos, natural de Cruzinha, interior de Taquara. É casado com Elisete Maria Fillmann (43), com quem tem dois filhos: Cássia Janaína Fillmann (22) e Gleison Rodrigo Fillmann (18). É graduando em Letras e presidente da Câmara de Vereadores de Taquara.

O que representa para você dirigir o Poder Legislativo de Taquara?
Ser presidente da Câmara de Vereadores de um município do porte como o de Taquara é um grande desafio em minha vida e também uma possibilidade de crescimento pessoal.

Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Até os 19 anos trabalhei como agricultor em Cruzinha. Depois, buscando maiores oportunidades de crescimento, fui para o ramo calçadista, atuando por 22 anos na Trevo Indústria de Calçados, de Padilha. Lá, comecei com a atividade de serviços gerais, fui crescendo na empresa e cheguei ao cargo de gerente de produção. Essa foi a etapa de maior crescimento pessoal e aprendizado da minha vida. Também fui secretário distrital de Padilha e, em seguida, secretário municipal de Obras.

Fale a respeito de seu envolvimento comunitário no interior do município.
Paralelamente à atividade profissional, iniciei meu trabalho comunitário. Na área do esporte, atuei no E.C. Padilhano e no E.C. Farrapos de Cruzinha. Neste último fui treinador, durante seis anos, da categoria feminino. Após, fui presidente da Associação de Moradores de Padilha por oito anos e também presidente da Comunidade Católica, onde hoje atuo como ministro da igreja da mesma localidade. Para exercer um trabalho comunitário, é preciso ter  amor pela causa. É algo extremamente gratificante. Só pensar em ajudar a construir algo melhor para a comunidade já nos faz sentir úteis.

Como você ingressou na vida política?
Através do trabalho comunitário, sem pensar, fui de alguma forma construindo a possibilidade de integrar a vida política. Dessa forma, fui procurado por lideranças do centro da cidade e, num primeiro momento disse não. Contudo, depois de somar 22 anos de trabalho na área calçadista, senti que era o momento de mudar e vim à procura de um espaço político. Em 1999, me filiei ao PDT, por sua história e por me identificar com o partido. Em 2000, foi a primeira vez que concorri a vereador e fiquei como suplente. Fiz uma votação expressiva em Padilha e Rio da Ilha e, em 2001, o prefeito Délcio Hugentobler (também prefeito na ocasião) me chamou para ser secretário distrital de Padilha, função que deixei em julho de 2002 para assumir a Secretaria Municipal de Obras. Fiquei ali até 30 de março de 2004, quando decidi novamente concorrer a vereador. Em 2005 cumpri meu primeiro mandato como membro do Legislativo.

Quais são suas principais características pessoais?
Me considero uma pessoa honesta e perseverante.

O que você gosta de fazer a título de lazer?
Passear com a família e uma das minhas paixões é a música. Apesar de nunca ter desenvolvido a fundo a musicalidade, brinco com o violão e o teclado e me sinto realizado. Paralelo ao trabalho na fábrica de calçados, eu e meus colegas criamos o Musical Revelação – uma banda de bailes que integrei durante oito anos: de 1985 a 1993. Atualmente participo do Tchê Amigos, um grupo que se reúne para tocar música gaúcha. Trata-se de um momento de confraternização entre amigos. Além disso, também toco música sacra com o grupo de canto Raio de Luz.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos num baile em Padilha e, no dia 6 de julho deste ano, faremos 25 anos de casados. O que mais admiro nela é a dedicação, o comprometimento e o zelo que tem pela família, além de sua seriedade.

O que considera ter sido mais importante na educação  dos seus filhos?
Valorizar a questão familiar, o respeito e o amor fraterno. Também a constante busca de conhecimento e a valorização dos princípios cristãos.

Quais são seus planos para o futuro?

Concluir a faculdade de Letras e dar continuidade ao trabalho com a comunidade.

O que o tira do sério:
falsidade e ingratidão.

Estilo musical: música gaúcha.

Prato predileto: feijão e arroz.

Uma habilidade: fazer amigos.

Uma mania:
sair com o carro cheio de garrafinhas de água para o meu consumo.

Um lugar: Cruzinha.

Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: Viva para servir, não para ser servido.

Leave a Reply