Olá, queridos amigos
É de domínio popular que cabelo é a moldura do rosto e que pode deixar a pessoa muito feliz ou dramaticamente infeliz. Como revela a tradição, através de Sansão e Dalila: o cabelo dá ou tira poder. E é comum ocorrerem algumas lágrimas após a tosa indesejável das madeixas, quer seja por falha na comunicação, ou uso indevido da tesoura por parte do cabeleireiro. Na adolescência, fase turbulenta por natureza, é bem maior o risco de insatisfação. A responsabilidade é do profissional, mas a escolha deste é uma opção do cliente, bem como a clareza em transmitir o que se deseja.
Mas estou aqui para falar de tendências e dicas que possam deixá-lo mais feliz e seguro.
Um corte atual, que combine com seu biotipo, e muito bem feito, é como uma roupa de qualidade: confere movimento, leveza e valoriza a forma.
Quanto às tendências, o que está rolando na Europa, principalmente nas cabeças descoladas de Londres, são nucas simétricas, altas, retas, laterais desfiadas e leves, curtos cheios, formas definidas; e longos com repicados, recortes e desfiados, todos com identidade, visivelmente bem cortados (cai a forma displicente de corte).
Mas viva a brasilidade e suas crenças: nucas desfiadas e mais longas, principalmente para os masculinos, desalinho e brincadeira na forma, tipo arrumado para o profissional e irreverente para a vida pessoal, no mesmo corte, dependendo da forma de “despentear”; é aquele corte que é só seu, o personalizado, porque a forma do cabelo diz muito sobre quem somos.
O importante é podar quando preciso, sentir-se bem, bonito, seguro e apto a garantir elogios. E não esqueça: cabelo cresce. Desfrute disso!
Esta postagem foi publicada em 26 de março de 2010 e está arquivada em Colunas, Estilo & Comportamento.


