A Prefeitura de Taquara informou, nesta quinta-feira (1º/4), que notificará a empresa Dielat para resolver o problema de mau cheiro que, novamente, atinge os moradores dos bairros Empresa, Cruzeiro do Sul e arredores. A situação, segundo a empresa informou à administração, ocorre por conta de falha em uma chaminé, que deverá ser resolvido em um prazo máximo de 15 dias.
As informações foram repassadas pelo secretário de Planejamento e Meio Ambiente, Luciano Campana, à Rádio Taquara. Segundo ele, em contato mantido pela própria prefeita Sirlei Silveira com a direção da empresa, a administração recebeu a informação de que uma obra está sendo realizada pela Dielat para corrigir o mau cheiro.
Campana informou que a notificação exigirá da empresa que regularizem a situação, ou que apresentem um laudo técnico de que não há nenhum problema. O secretário acrescentou que o Executivo assegurará todo o contraditório e a ampla defesa à empresa, bem como acredita que haverá uma solução nos próximos dias, até pela disposição da Dielat em resolver a situação.
Caso o problema persista, a prefeitura estudará as medidas que poderá tomar diante da situação. Campana explicou que as reclamações sobre o mau cheiro novamente chegaram à administração, que está atuando sobre o caso, inclusive tendo a intervenção da própria prefeita Sirlei.
Contatado pela reportagem da Rádio Taquara, o superintendente da Dielat, Antônio Bertolini, informou que o problema ocorre em um lavador a gás da companhia. Segundo ele, a empresa recebeu, nesta quinta-feira, uma bióloga e um técnico da fabricante deste equipamento, para verificar o conserto da falha que ocasiona o mau cheiro. Se não for possível resolver a situação, a Dielat anunciou que desativará este lavador e instalará duas chaminés, retornando ao sistema antigo, o que solucionará o problema do mau cheiro.
Sobre a notificação da prefeitura, Bertolini informou que está mantendo diálogo com a administração municipal e com a prefeita Sirlei Silveira sobre o assunto. Disse que a empresa tem todo o interesse em resolver o problema, pois ela própria sofre os efeitos em seu parque industrial, assim como colaboradores que moram nos arredores. Segundo Bertolini, a ideia é que em no máximo 30 dias essa questão esteja solucionada.


