A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) informou, nesta terça-feira (1º), a aprovação do reajuste tarifário para 2021. Os novos índices passarão a incidir sobre as faturas emitidas a partir de 1º de julho e, na região, têm valores diferenciados. Para Taquara, o aumento será de até 12,19%, com recomendação de parcelamento; para os demais municípios, o reajuste será de 6,97%.
A diferença ocorre por conta das agências que regulam o serviço prestado pela Corsan. Taquara não faz parte da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento (Agesan) e, por isso, a regulação cabe à Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agergs). Esta agência aprovou o aumento de até 12,19%, mas recomendou à Corsan que promova o parcelamento.
Já as prefeituras de Igrejinha, Parobé, Riozinho, Rolante e Três Coroas, os demais cinco municípios do Vale do Paranhana, integram a Agesan. Por isso, terão aplicados para os serviços da Corsan o aumento aprovado por esta agência regulatória, de 6,97%.
A Corsan afirma que o “reajuste anual tem o propósito de atualizar monetariamente a estrutura de custos homologados pelas agências reguladoras no processo de Revisão Tarifária Periódica (RTP) de 2019. A metodologia adotada consiste na aplicação de uma cesta de índices inflacionários (INPC, IGP-DI, INCC-DI, IPCA e índices das concessionárias de energia elétrica) segregados por grupos de despesas”.
Ainda em nota, a Corsan afirma que a Agesan alterou o índice inflacionário incidente sobre determinados grupos de despesa. A empresa afirma que, entende a sensibilidade do contexto da pandemia, mas insistirá no entendimento sobre o reajuste adequado, considerando a hipótese de efetuar o parcelamento do reajuste para diminuir o impacto sobre os consumidores em momento de fragilidade econômico-social.


