
Ciente de que a educação é um fator fundamental para a inclusão social de pessoas com deficiência auditiva, a prefeitura de Parobé passou a oferecer o trabalho de uma intérprete de libras, durante as aulas do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Popularmente conhecida como supletivo, essa modalidade de ensino é voltada ao público que não completou, abandonou ou não teve acesso à educação formal, durante a idade apropriada.
A primeira aula, ocorrida na quinta-feira (1º), no Núcleo Municipal de Educação de Jovens e Adultos de Parobé (Nejap), reuniu três alunos surdos, que participaram das atividades com o auxílio da tradutora e intérprete de Libras, e professora bilíngue, Miriam Freitas, que integra a Central de Interpretação de Libras da Assistência Social de Parobé.
Conforme a prefeitura de Parobé, além das aulas preparatórias, as provas terão acessibilidade comunicacional, pensando na inserção social e como forma de oferecer ao aluno com deficiência auditiva novas perspectivas profissionais e inserção no contexto social através da educação.
Serão feitas adequações nas metodologias e procedimentos pedagógicos, de modo que coloque o aluno surdo em igualdade com alunos ouvintes, proporcionando uma educação igualitária, respeitando a individualidade e cultura de cada estudante.



