Polícia

Cinco pessoas são flagradas pela Defesa Civil de Taquara quando furtavam telhas de depósito irregular para resíduos de couro

Três pessoas conseguiram fugir e outras duas foram presas pela BM
Fotos: Divulgação/Defesa Civil de Taquara

Na tarde de quinta-feira (29) uma equipe da Defesa Civil de Taquara flagrou cinco pessoas furtando telhas de um prédio que serve irregularmente como depósito para resíduos de couro e outros materiais da indústria calçadista. Duas pessoas foram presas pela Brigada Militar (BM) de Taquara.

Localizado às margens da ERS-115, na divisa com Igrejinha, o depósito precisou ser interditado pela Defesa Civil por estar irregularmente servindo para guardar restos de couro, sintético, resina e outros materiais químicos.

Conforme o coordenador da Defesa Civil de Taquara, Matheus Modler, por volta de 15h, sua equipe e uma guarnição da BM flagraram cinco pessoas retirando as telhas de zinco do prédio e colocando em uma caminhonete.

Três pessoas conseguiram fugir ao perceber a presença da polícia. O condutor do veículo e seu carona foram alcançados e capturados pela polícia, sendo encaminhados à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Taquara.

Os policiais também apreenderam o veículo envolvido e cerca de trinta telhas, do tipo cumeeira, que foram recolhidas pela Defesa Civil de Taquara, até que o juiz responsável por aquela área decida seu destino.

“Toda essa área foi interditada pela Defesa Civil, tendo sua entrada proibida, pois trata-se de área possivelmente contaminada com resíduos químicos e industriais”, explica Matheus.

Se o prédio ficar sem telhas isso pode aumentar significativamente o processo de decomposição dos materiais ali depositados, o que também pode provocar a aceleração da contaminação do solo e água das proximidades.

“Essas cumeeiras, que são aquelas telhas que ficam no alto do telhado, foram apreendidas até para que as outras pessoas que fugiram não voltem ao local para consumir o delito. Elas ficarão depositadas com o município, que vai comunicar o juiz responsável por aquela área ali, e para conhecimento dos interessados de que o município precisou intervir pra evitar ali uma piora na situação”, explica o coordenador da Defesa Civil de Taquara.