O Vale do Paranhana fechou o mês de agosto com a geração de 826 vagas de emprego com carteira assinada. Os números são do governo federal e foram divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho. São apurados por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A estatística mostra, ainda, que, até o mês passado, os seis municípios da região abriram 3.204 vagas formais de emprego.
A evolução mensal do mercado de trabalho mostra o impacto da pandemia (veja tabela abaixo). Janeiro e fevereiro começaram com impacto significativo na criação de empregos formais, mas, depois, os meses de março, abril e maio despencaram as vagas na região. Nestes três meses, houve um recrudescimento da pandemia, inclusive com o novas restrições às atividades econômicas. A partir de junho, a economia começou a recuperação.

No desempenho por municípios em agosto, a liderança na criação de empregos foi de Parobé, seguido de Três Coroas, Igrejinha, Taquara, Rolante e Riozinho (veja tabela abaixo). No mês passado, Parobé teve impacto da geração de vagas na construção civil, setor que tem impactado os números do município durante o ano, por conta dos dados negativos.

Fazendo a análise do ranking regional durante o ano (tabela abaixo), a liderança na geração de empregos formais é de Taquara. Depois, aparece Rolante, seguido de Igrejinha, Três Coroas e Riozinho. O único município da região com saldo negativo nos empregos em 2021 é Parobé, puxado para baixo pela construção civil, que fechou 657 empregos na economia parobeense. Os demais setores em Parobé têm saldo positivo.

Setores econômicos
No recorte por setor da economia, durante o ano de 2021, a indústria segue responsável pela criação da maior parte dos empregos da região. Depois, aparece o setor de serviços, o comércio e a agropecuária. Por conta dos resultados em Parobé, a construção civil está com saldo negativo no Paranhana (veja tabela abaixo).

Já no mês passado, a criação de vagas formais foi puxada pela indústria, serviços, construção civil e comércio. A agropecuária teve saldo negativo em agosto (veja tabela abaixo).



