Jeferson Corá Lorenzão, 21 anos, é natural de Santo Augusto. É filho de Cecília Corá (41) e Mário Cezar Lorenzão (51). É graduando de Relações Públicas da Faccat e diretor de Planejamento da Prefeitura Taquara.
O que representa para você o trabalho na Administração Municipal?
É uma grande responsabilidade exercer um cargo com tanta importância, pois todos os projetos do município saem da diretoria de Planejamento. Ao mesmo tempo, é uma possibilidade que tenho de ajudar Taquara, município de que gosto e onde moro. Além disso, representa a confiança e o espaço que o prefeito Délcio (Hugentobler) nos passou, acreditando no potencial, não só meu, mas de todos os jovens que compõem o governo municipal. Trabalhar com uma pessoa que tem o conhecimento que ele (Délcio) tem me deixa bastante tranquilo para desempenhar as funções aqui dentro.
Comente sobre a experiência que está adquirindo na Prefeitura.
É muito boa. A organização de tudo e o fato de lidar com situações bastante importantes e complicadas, sabendo que o trabalho envolve 53.428 habitantes, faz a pessoa crescer e ter maturidade para tomar decisões. Além de gostar do planejamento, as situações vivenciadas no trabalho e o que aprendo no meu curso representam uma possibilidade muito boa de aprendizado. Também já representei o prefeito em vários eventos, o que é uma responsabilidade muito grande, pois, às vezes, as pessoas estranham em função da minha idade.
Quais são suas impressões de Taquara?
Embora tenha nascido em Santo Augusto, moro em Taquara desde os seis meses de idade. Acho que o município vai crescer muito e já está desenvolvendo o seu potencial. Não está só recuperando o que talvez tenha parado no tempo, mas concentrando novas forças para o seu desenvolvimento. A reabertura do hospital, a compra da área do Distrito Industrial e a obtenção dos recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) são passos primordiais.
Quais são suas principais características pessoais?
Procuro ser bastante sério com os compromissos e ajudar as pessoas que atendo na Prefeitura. Sou pontual e bastante aberto a amizades. Procuro não abrir mão dos meus amigos.
O que você gosta de fazer em seu tempo livre?
De segunda-feira a sábado estou bastante envolvido com o trabalho. Mas, nos sábados à tarde, jogo futebol e, à noite, gosto de jantar com a minha família, com meus amigos e ir a festas.
Fale sobre sua relação com o futebol.
Comecei a jogar futebol aos oito anos, no S.C. Taquarense. Em 2001, tive uma passagem pelo Juventude e em 2003 fui campeão estadual pelo Cairú de Sapiranga. Esse foi o melhor ano no futebol, pois foi na mesma época em que disputaram o campeonato jogadores como Anderson e Marcelo Grohe do Grêmio, e o Pato do Inter.
O que mais chama a sua atenção nas mulheres?
Em primeiro lugar, a inteligência. Também a beleza e o fato de saber se portar perante algumas situações que exijam postura. Além disso, ser uma pessoa alegre, que consiga passar esse estado de espírito para outras pessoas.
O que você considera mais importante ter aprendido com seus pais?
A educação e a importância do estudo, pois os cursos, a escola, a faculdade, tudo o que tenho é graças a eles. Não tem dinheiro que compre a educação e a possibilidade de estudo que me proporcionaram.
Quais são seus planos para o futuro?
Me formar e dar continuidade ao trabalho na Prefeitura, que está abrindo espaço e reconhecimento também em termos de Estado e País.
Estilo musical: sou eclético, mas escuto mais pagode e reggae.
Prato predileto: strogonoff.
Uma mania: roer unha.
Uma habilidade: elaborar projetos.
Um lugar: Porto Seguro.
O que o tira do sério: pessoas que não cumprem prazos e horários.
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