Partindo do princípio de que a produção de papel requer a derrubada de árvores, a Escola Ambiente tem se dedicado à promoção de cursos mensais de reciclagem do material. Em quatro módulos de aulas, os participantes aprendem a transformar folhas de jornal, revistas e cadernos em móveis e utensílios de uso cotidiano.
Utilizando a mesma matéria-prima, também podem aprender a fabricar papel artesanal, que a própria Escola Ambiente aproveita nas embalagens dos seus kits de chás, e a técnica do papier machet, através da qual o papel usado se transforma em vasilhas, potes e outras utilidades domésticas.
Aproveitando sua área cultivável, a Escola Ambiente tem se notabilizado na produção de plantas medicinais, aromáticas e condimentares, abarcando em torno de 80 espécies. Dentro da proposta de contribuir para a preservação ambiental, a instituição mantida pela Faccat também assumiu tarefa importante no projeto Verde Sinos, patrocinado pela Petrobras, com vistas à reposição das matas ciliares de rios e arroios da região. Trata-se da produção de cinco mil mudas de árvores nativas, parte das quais já foram semeadas e deverão estar prontas para transplante no início da próxima primavera.
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