
O ano letivo iniciará, nas Faculdades Integradas de Taquara (Faccat), no dia 3 de março. E para receber todos os acadêmicos da melhor forma e também garantir a excelência na qualidade do ensino, a Faccat está proporcionando ao corpo docente momentos de integração e de muito aprendizado. Desde o dia 21 de fevereiro, palestras e oficinas foram realizadas pela instituição de ensino. A temática da capacitação é “Formação Docente Diretrizes e Concepções. O objetivo é compreender as concepções e as diretrizes institucionais para a reformulação dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação, visando a adequação ao processo formativo da Faccat.
A formação está sendo coordenadora pela vice-direção de Graduação, contando ainda com o apoio da vice-direção de Pesquisa e Pós-Graduação, vice-direção de Extensão e Assuntos Comunitários, vice-direção Administrativo e Financeiro, além do apoio do Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP), Núcleo de Educação On-line (NEO) e Núcleo de Inovação Acadêmica (NIA). A formação docente está seguindo com todo o protocolo do Plano de Contingência da Faccat contra a Covid-19.

Oficinas on-line
Na tarde de terça-feira, um grupo de professores participaram da oficina on-line “Competências Socioemocionais na Volta às Aulas no Ensino Superior”. Na ocasião, as ministrantes foram a coordenadora do CEP, NAP e do Comitê de Pesquisa da Faccat, Aneli Paaz; a psicóloga do NAP e do CESEP, Juliana Carminatti; e a vice-presidente do Comitê de Pesquisa, membro do CEP e coordenadora do NAP, Patrícia Kebach.
“É preciso sair da zona de conforto. Eu não nasci “digital”, sou analógica, mas é preciso adaptar-se. Precisamos desenvolver habilidade para o aprendizado e para a inovação”, destaca a professora Aneli Paaz, ressaltando ainda que esse processo de transformação se dará por meio da criatividade, pensamento crítico, da resolução do problema. “Precisamos ter isso resolvido em nós para que os alunos possam desenvolver também. É preciso flexibilidade e adaptabilidade. E tudo isso está vinculado ao nosso componente curricular. O conhecimento só é valido se é socializado e aplicado, mas precisamos ter ferramentas para aplicar tudo isso”, opina.



