Perfil

Priscila de Oliveira

Priscila de Oliveira, 28 anos, é natural de Taquara. Filha de Margareth Rejane de Oliveira (49) e Ricardo de Oliveira

priscilaPriscila de Oliveira, 28 anos, é natural de Taquara. Filha de Margareth Rejane de Oliveira (49) e Ricardo de Oliveira (53), é turismóloga e diretora de Turismo do município.

Como surgiu seu envolvimento com o turismo?
Cheguei a cursar um semestre de Ciências Contábeis na Faccat, mas acabei parando. Em 2003, comecei a fazer o curso de Turismo, depois que fiquei sabendo da abertura da graduação através de uma divulgação da Faccat. Pesquisei sobre a grade curricular e me encantei com as disciplinas, com a diversidade delas e com a abordagem do ecoturismo e do turismo rural. Assim, vi que os cálculos não eram o meu perfil.

O que representa ter assumido a diretoria municipal de Turismo?
A oportunidade de atuar na Administração Municipal surgiu de um convite feito pela coordenadora do Curso de Turismo e pelo diretor da Faccat (Delmar Backes). Sempre trabalhei na Faccat, na parte da coordenação dos cursos de Turismo, História, Matemática e Letras e, quando me formei, fui indicada para assumir o cargo técnico que o prefeito (Délcio Hugentobler) estava procurando. Sou diretora de Turismo há um ano e meio e, para mim, foi e está sendo um desafio.

Comente sobre as principais promoções já realizadas.
Quando assumi a diretoria, não se tinha nenhuma atividade para dar sequência e, então, fizemos um estudo para verificar as potencialidades turísticas do município. Duas delas são a comida colonial e a as grandes áreas rurais dos distritos. Dessa forma,  procuramos fazer um direcionamento para valorizar e unir os dois setores. Vimos na Caminhada Rural uma tendência para atrair as pessoas pelo fator ecológico, e a maioria dos participantes de fora da cidade demonstra interesse em voltar aos locais, acompanhados por seus grupos de amigos. Também realizamos um seminário regional que abordou as potencialidades do Vale do Paranhana, de onde surgiu a rota Encantos Culturais, que levamos para o Festival de Turismo de Gramado, e agora estamos buscando parceiras para comercialização. A intenção é divulgar os atrativos dos seis municípios da região.

Quais são suas principais características pessoais?
Sou bastante comunicativa, adoro falar e argumentar. Também sou objetiva e bastante sonhadora, não somente no lado profissional, mas também pessoal.

O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Gosto de frequentar a academia e de estar com as minhas quatro sobrinhas pequenas – a mais velha tem quatro anos. Também estou fazendo um curso de pós-graduação em Comportamento Humano nas Organizações.

O que um homem precisa ter para chamar sua atenção?
Acho que, para manter um relacionamento, é preciso ter compatibilidade. Como sou comunicativa e gosto de conversar, gosto de ter uma pessoa assim ao meu lado. Que seja parceiro, uma companhia agradável e esteja buscando tudo aquilo que eu busco.

O que de mais importante aprendeu com seus pais?
A característica de buscar o desenvolvimento do lado profissional e pessoal. Até mesmo em relação à faculdade. A firmeza da família é muito importante. Por mais que eu tenha apoio da parte deles em minhas decisões, também existe aquela cobrança saudável para que possa caminhar com as próprias pernas.

O que a tira do sério: pessoas que só enxergam o imediato e não conseguem ter uma visão a longo prazo.

Quais são seus planos para o futuro?
Em relação ao turismo e pela possibilidade de trabalhar em várias áreas, pretendo ainda adquirir experiência num setor privado, que é bem diferente. A parte do desenvolvimento regional me chama bastante a atenção, o trabalho de consultoria, e quero colocar em prática tudo aquilo que estou aprendendo no curso de pós-graduação.

Estilo musical: pop rock e sertanejo.

Um lugar: minha casa.

Mensagem: “Quando seus esforços forem vistos com indiferença, não desanime, pois o sol, ao amanhecer, nos apresenta um espetáculo divino e maravilhoso. Mas, no entanto, a maioria da plateia continua dormindo”.

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