Um despacho feito na segunda-feira pelo juiz Eduardo de Camargo determinou que deve ir a leilão o prédio do hospital, mas o Procurador jurídico do Município considera a decisão normal. Segundo Fernando Luz Lehnen, o despacho é normal dentro do processo, mas não há ainda uma data definida para o leilão. Lehnen disse à rádio Taquara hoje pela manhã que a Prefeitura segue defendendo a tese de que não há sucessão do processo trabalhista e quem deve pagar a dívida é o presidente do antigo Hospital de Caridade. Além disso, a Prefeitura analisa as possibilidades de desapropriação do prédio ou mesmo de fazer a aquisição no leilão.
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