Em Parobé, o poder público municipal presta acompanhamento regular a cerca de 60 portadores de HIV. De acordo com a enfermeira Marili Bitencourt, coordenadora da Vigilância Epidemiológica, em torno de 40 pacientes são moradores locais e os demais provêm de fora, já que a cidade é uma das referências regionais no programa DST/Aids. “São pessoas de Taquara, Nova Hartz, Igrejinha, Três Coroas, Araricá e de outros lugares”, explica, destacando a importância do intercâmbio com os municípios vizinhos, uma vez que o acesso ao atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é universalizado.
Além do encaminhamento para exames, a Saúde parobeense fornece consultas e medicamentos aos pacientes, proporcionando ainda a participação em palestras semanais. Segundo Marili, são distribuídos mensalmente de 10 mil a 12 mil preservativos, mas, mesmo assim, o vírus causador da aids continua se alastrando entre a população.
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