Perfil

Mariana Petry

Mariana Petry, 29 anos, natural de Taquara, é casada com Fernando Schenkel (32), com quem tem um filho: Fernando Schenkel

mari_perfilMariana Petry, 29 anos, natural de Taquara, é casada com Fernando Schenkel (32), com quem tem um filho: Fernando Schenkel Filho, de dois anos e nove meses. É formada em Direito, pós-graduanda em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, de Porto Alegre, e sócia da Petry e Fries Advogadas Associadas.

Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Quando comecei a estudar Direito, trabalhava como estagiária no Banrisul. Em seguida, estagiei por dois anos no Fórum de Taquara, no gabinete da pretora Maria Inês Couto Terra, e no escritório de advocacia de Mauro Augusto Borges dos Santos, onde permaneci por mais dois anos depois de me formar. Minha escolha pela advocacia, dentre as inúmeras áreas que o Direito oferece, foi por incentivo da minha querida e guerreira mãe. A partir de 2007, passei a ter meu próprio escritório, formando algumas sociedades. Agora, estou realizando um sonho, que era ter uma sede própria para o escritório e partindo para uma nova fase junto com minha sócia Patrícia Fries.

Quais são suas impressões de Taquara?
Sou particularmente suspeita para falar de Taquara, uma cidade que adoro, em que realmente gosto de morar, pois é ótima para viver e criar os filhos. Temos instituições de ensino ótimas, é um município que fica perto de tudo. Estou muito satisfeita por ter nascido aqui.

Quais são suas principais características pessoais?
Teimosa e orgulhosa. Comunicativa, me considero uma pessoa simpática, amiga, familiar, determinada e organizada.

O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
As horas de lazer são todas em família. Gosto de ficar com meu filho, com meu marido, minha mãe. Aprecio muito andar de bicicleta com meu filho.

Como conheceu seu marido e o que mais admira nele?
Foi aqui mesmo em Taquara, no verão de 1997. O que mais admiro é a coragem e a força dele, por ter passado por muitos momentos difíceis na vida e os ter superado.

O que mais a preocupa na criação do seu filho?
As drogas. Mesmo que ele ainda seja pequeno, o tempo passa tão rápido e já me vejo não dormindo à noite quando ele for sair. Acredito que temos que reforçar muito a educação, a base familiar dos nossos filhos, pois as drogas são o mal deste século. Hoje a família tem que dar muita estrutura para que a criança e o adolescente não sejam corrompidos. É através dos nossos exemplos que devemos ensinar valores para que eles sejam pessoas boas e honestas.

Fale sobre sua paixão pelo Internacional.
Sou uma colorada fanática, chego a ser pior que os homens. Minha paixão pelo Inter nasceu com o meu avô materno. Como fui a primeira neta, era como uma obrigação ser colorada – e isso hoje está ainda mais aceso dentro de mim, porque sofri muito quando criança, com o time em baixa. Hoje, todo colorado que se preze tem que ter muito orgulho. Só não fui ao estádio na final da Libertadores porque não consegui ingresso, mas estou tentando ir a Abu Dhabi para assistir ao Mundial.

O que a tira do sério: mentira e desonestidade.

Cite uma lembrança marcante: o nascimento do meu filho. É algo inexplicável, pois pensamos que nunca mais vamos ter um momento de tanta alegria.

Quais são seus planos para o futuro?
Pretendo concluir minha pós-graduação no final do ano, continuar crescendo e me realizando profissionalmente. Para o ano que vem, também planejo aumentar a família.

Estilo musical: nacional, sertanejo universitário e música gauchesca.

Prato predileto: churrasco.

Uma mania: fazer as unhas.

Uma habilidade: dançar.

Um lugar: o pôr-do-sol no rio Tramandaí.

Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: “Concede-nos, Senhor,
a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras.”

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