Perfil

Roberto Barok de Souza

Roberto Barok de Souza, 57 anos, natural de Porto Alegre, é casado com Gládis Wingert (43), com quem tem dois

perfil_roberto-barokRoberto Barok de Souza, 57 anos, natural de Porto Alegre, é casado com Gládis Wingert (43), com quem tem dois filhos – Roberto Barok de Souza Filho (16) e Amandha Wingert Barok de Souza (10). É professor de Educação Física da escola estadual Felipe Marx (Polivalente), sócio-proprietário da empresa Wingert e Barok Comércio e Representações Ltda., coordenador do FGTAS/SINE de Taquara, e fiscal de sessões eleitorais em Riozinho.

O que o motiva a participar voluntariamente do processo eleitoral, atualmente como fiscal de sessão?
Comecei a atuar como mesário há 25 anos, convocado pela Justiça Eleitoral. A partir dali, me identifiquei com o trabalho e passei a ser voluntário. Para mim, é algo muito interessante, pois, além de ser uma forma de ajudar algo em que acredito – o processo eleitoral –, é também uma forma de reencontrar pessoas que quase não vejo. Já fui presidente de mesa da sessão 55 e, de seis anos para cá, fui convidado para fiscalizar dez sessões na cidade de Riozinho, o que considero uma distinção que muito me orgulha.

O que o trouxe a Taquara?
Minha vinda para cá foi interessante e bem por acaso. Aconteceu porque eu e a Gládis ficamos mais tempo do que o previsto num acampamento no Itaimbezinho. Na volta para Porto Alegre – e de Porto Alegre para Camaquã – resolvemos passar em Taquara, onde havia um posto telefônico, já que precisávamos avisar nossos familiares que estávamos bem. Então acabamos gostando do lugar, simpatizamos com a beleza da estrada, nos identificamos com o município e escolhemos a cidade para viver. Isso foi em julho e, depois de quatro ou cinco meses, já estávamos morando aqui.

Conte-nos sua trajetória profissional.
Iniciei minha trajetória profissional aqui como professor de Educação Física no Polivalente, em 1985. Na época também já era funcionário da Fundação Gaúcha do Trabalho, que hoje é o Sine. Dei aulas de natação no extinto GEU e no Clube Comercial. Também participei de duas corridas da São Silvestre em São Paulo (1985 e 1986). Atualmente tenho me dedicado mais ao Sine, onde, entre tantas atribuições, para mim, a que mais dignifica é a intermediação de mão de obra. A procura por trabalho é algo necessário e, com as dificuldades que se tem hoje, nós temos um importante papel para pessoas.

Quais são suas principais características pessoais?
Primo muito pela família, pelo trabalho e pelo lazer. Acho que, quando se trabalha, não se brinca; quando se brinca, não se trabalha; e quando estamos em família, a dedicação tem que ser exclusiva.

O que gosta de fazer em suas horas vagas?
Gosto de passear e conhecer lugares. Para mim, viajar nos faz crescer culturalmente. Gosto de assistir a jogos e bons espetáculos esportivos de futebol, natação, vôlei, tanto ao vivo quanto pela televisão. Também gosto de fazer caminhadas, ler, ouvir música e ver  filmes.
O que o tira do sério: injustiça. Pode-se cometer uma série de erros, mas ser injusto, sabendo que se vai prejudicar alguém, é muito ruim.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos em Camaquã, começamos a namorar e depois nos casamos. O que mais admiro nela é o carinho com que nos trata e trata a todos. Uma de suas qualidades muito fortes é ser muito perseverante. É também corajosa, muito companheira e amiga.

O que de mais importante procurou ensinar aos seus filhos?
Procuramos sempre conversar sobre a importância de estar atualizado, respeitar a todos e ter a tranquilidade de perguntar quando não sabem algo. São filhos que tive muita sorte de ter, são companheiros, têm suas preferências, mas também encontram tempo para a família.

Quais são seus planos para o futuro?
Planejo viajar bastante e trabalhar para que a empresa que tenho com minha mulher progrida.

Estilo musical: MPB, rock e baladas.

Uma mania: tomar um café expresso em cada cidade a que chego.

Mensagem: “Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor ou mais feliz” (Madre Teresa de Calcutá).

Leave a Reply