
A abordagem policial, uma das atividades primordiais da função de um policial militar, nem sempre é compreendida por uma pequena parcela da população. Em entrevista à Rádio Taquara FM 105.9, na manhã desta quarta-feira (27), o comandante da Brigada Militar (BM) de Parobé, capitão Rodolfo Petrus Botassini, destacou a importância deste trabalho, que tem como objetivo principal coibir a criminalidade.
Capitão Petrus explica que a abordagem para busca pessoal ou veicular é uma ferramenta utilizada pelo policial militar, assegurada por lei, e necessária em circunstâncias suspeitas, levando em conta atitudes, gestos e comportamentos das pessoas.
“O policial, no seu patrulhamento, verificando uma fundada suspeita e tendo uma justa causa de algo que saia da normalidade, que ele verifique que possa ter uma situação de delito ou algo que não seja da normalidade do nosso dia a dia, o policial tem esse direito e esse amparo constitucional, de realizar a abordagem policial”, esclarece o comandante da BM de Parobé.

O policial militar reforça ainda que esse serviço é realizado para a proteção da comunidade, visando verificar atos ilícitos, de indivíduos com mandados de prisão ou com intuito criminoso.
“Nessa abordagem, o policial não sabe quem é a pessoa abordada. Então, num primeiro momento, a pessoa deve ter calma, acatar todas as ordens do policial, que irá fazer, no máximo, uma revista pessoal e uma verificação veicular e de documentos. Se tiver tudo certo, a pessoa abordada vai ser liberada, com todos os seus direitos preservados e todo o respeito”, destaca capitão Petrus.
E completa: “Agora, se tiver alguma coisa ilícita, ou seja uma pessoa que tenha algum problema com a nossa sociedade, e que esteja cometendo algum delito, a Brigada Militar vai atuar da maneira que preceitua os nossos ditames legais”.
Confira abaixo, na íntegra, a entrevista com o capitão Rodolfo Petrus Botassini, comandante da BM de Parobé.


