
Na tarde desta terça-feira (02), a Prefeitura de Taquara divulgou um balanço sobre o número da dengue no Município. Desde o início do ano, 53 casos da doença já foram registrados.
Com o objetivo de proteger a população e controlar a propagação do vírus, a Secretaria Municipal de Saúde vem intensificando suas ações de combate a doença e, somente neste último mês, contabilizou um total de 232 atendimentos relacionados à dengue. Destes, 40 testes resultaram positivos, enquanto 119 apresentaram resultado negativo; 42 pessoas não compareceram ao exame, o que pode dificultar o controle da doença.
A Administração Municipal de Taquara reforça que a participação ativa da população no combate à dengue, adotando medidas preventivas em seus lares e contribuindo para o controle dos criadouros do mosquito transmissor, é muito importante.
“Estamos dedicando todos os esforços necessários para controlar a propagação da dengue em Taquara. É fundamental a colaboração de todos os moradores, realizando ações de prevenção em suas casas e comparecendo aos exames quando necessário. Juntos, podemos vencer essa batalha contra a dengue.”, observa a prefeita Sirlei Silveira.

Diante dos casos suspeitos e confirmados, a Secretaria de Saúde realiza uma pesquisa vetorial especial, focada na identificação e eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Quando larvas são encontradas durante essa pesquisa, é realizada a nebulização em um perímetro de 300 metros ao redor do caso suspeito ou confirmado. A nebulização se inicia pela casa do indivíduo suspeito e se estende aos 300 metros ao redor, cobrindo residências e áreas com potencial de criadouro do mosquito.
Outra medida adotada em Taquara, pelos agentes de combate a endemias, é a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), uma estratégia que visa complementar as medidas de controle ao Aedes aegypti. A BRI consiste na aplicação de inseticida residual em ambientes internos.
Segundo a prefeitura de Taquara, no momento a borrifação está sendo realizada em escolas e prédios públicos. Essa técnica cria uma barreira química que protege os moradores e frequentadores desses locais, reduzindo a densidade populacional do mosquito e, consequentemente, a incidência de doenças como dengue, zika e chikungunya.



