
Na tarde de quarta-feira (12), a Câmara de Vereadores de Parobé divulgou um comunicado, anunciando a criação de uma Comissão Especial de Ética para tratar sobre a conduta do vereador Dari da Silva (PT), após acusações feitas por um ex-assessor. A comissão teve início na última semana, com o primeiro encontro realizado na quinta-feira (06), para definição de membros titulares e suplentes, assim como a atribuição de cada parlamentar.
Conforme o Legislativo de Parobé, a denúncia foi recebida pelo setor de Ouvidoria do órgão público. O ex-assessor em questão trabalhou com o o vereador de janeiro de 2021 a fevereiro de 2023. A partir da primeira reunião, a comissão definiu que o próximo passo é contratar uma assessoria jurídica externa para garantir a isonomia e imparcialidade do processo de apuração e do parecer final.
A comissão é composta pelos seguintes integrantes:
Presidente: Gilberto Gomes (PDT);
Relator: Adriano Azeredo (PSD);
Membro: Maicon Bora (PL).
Contraponto
O vereador Dari da Silva (PT) procurou a reportagem da Rádio Taquara para se manifestar a respeito da apuração noticiada pela Câmara de Vereadores. Segundo ele, trata-se de um evidente caso de perseguição política em virtude de sua atuação como oposição em Parobé. “A perseguição fica evidente, inclusive, pois o meu ex-assessor está empregado pela Prefeitura como guarda na Escola do Residencial Azaleia”, disse o parlamentar, alegando, ainda, que a denúncia foi feita no Ministério Público e, até hoje, “jamais fui notificado”. Conforme Dari, outra evidência do que considera uma perseguição política é o fato de que os dois membros nomeados pela comissão de ética para representar a base governista são os vereadores pré-candidatos a prefeito e a vice-prefeito.


