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Sindilat repudia adulteração de leite e defende rigor nas apurações

Entidade representativa do setor reforça compromisso com a qualidade e destaca fiscalização rigorosa no Rio Grande do Sul.
Fábrica da Dielat em Taquara. Foto: Vinicius Linden / Rádio Taquara

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) manifestou repúdio à suposta adulteração de produtos lácteos denunciada pelo Ministério Público nesta quarta-feira (11). A operação foi realizada em Taquara. Em nota oficial, o sindicato destacou que o leite gaúcho é o mais fiscalizado do Brasil, com rigorosos controles realizados por diferentes instâncias, como Ministério da Agricultura e Anvisa, além de testes físico-químicos em todas as etapas da produção. O Sindilat reforçou o compromisso do setor produtivo com a qualidade e a segurança alimentar, defendendo a punição exemplar de qualquer prática que comprometa a integridade do alimento.

NOTA OFICIAL

O leite é um produto nobre, produzido com zelo e cuidado por milhões de pessoas no mundo. Casos como o denunciado nesta quarta-feira (11/12) pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP) referente à suposta adulteração precisam ser apurados com rigor, e os responsáveis punidos. O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) repudia com veemência qualquer tipo de adição indevida ao alimento, um procedimento que vai na contramão de um trabalho meticuloso e diário adotado por produtores, transportadores e indústrias nos últimos anos para elevar os padrões de qualidade no Rio Grande do Sul.

O leite gaúcho hoje é o mais fiscalizado do Brasil, procedimentos regrados por legislações federal e estadual em diferentes instâncias e órgãos de controle, a exemplo do Ministério da Agricultura, Anvisa, Secretaria da Agricultura, entre outros. Todas as cargas que chegam às empresas passam por testes físico-químicos em diferentes etapas do processo produtivo e os resultados estão constantemente à disposição das autoridades. Qualquer ação adotada no intuito de burlar o sistema posto é rechaçada em coro por todos os agentes do setor produtivo e deve ser punida.