Passados quatro meses desde o transplante de medula óssea, o menino igrejinhense João Henrique Soares da Silva, de 8 anos, diagnosticado com Anemia de Fanconi, precisa retornar ao Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Desta vez, a viagem tem como objetivo a realização de exames e consultas de acompanhamento. João recebeu em setembro a medula doada por seu irmão caçula, Davi, de apenas 2 anos.
A viagem está marcada para o dia 9 de fevereiro, e a família necessita de apoio financeiro para custear as despesas durante a estada na capital paranaense. Segundo Ana Paula Machado Soares, mãe de João, as passagens aéreas de ida e volta serão fornecidas pelo governo do RS. No entanto, há outros gastos que precisam ser cobertos.
“Ficaremos em uma casa de apoio por cerca de quatro ou cinco dias, mas terei custos com alimentação e transporte por aplicativos”, explica Ana Paula.
Custos mensais com tratamento
Além dos gastos da viagem, a família enfrenta despesas fixas relacionadas ao tratamento de João, incluindo a compra de magnésio, no valor de R$ 200 por mês, e vitaminas, que custam R$ 100 mensais. Também são necessários cuidados rigorosos com a alimentação de João, que precisa evitar alimentos industrializados e consumir apenas itens preparados em casa.
“Tudo precisa ser feito de forma muito cuidadosa para garantir a segurança alimentar dele. As vitaminas e o magnésio também são indispensáveis para a recuperação dele”, destaca Ana Paula.
Como ajudar
Quem quiser contribuir para a recuperação de João pode ajudar com a doação de magnésio, vitaminas ou itens necessários para o tratamento. Doações em dinheiro também são bem-vindas e podem ser feitas via Pix pela chave 51995536426, em nome de Ana Paula Machado Soares.
Mais informações sobre outras formas de apoio podem ser obtidas diretamente com Ana Paula pelo telefone (51) 99553-6426.
Entenda a Anemia de Fanconi
A Anemia de Fanconi é uma doença genética rara que afeta a medula óssea, prejudicando a produção de células sanguíneas saudáveis, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Isso pode levar a sintomas como anemia, infecções frequentes e sangramentos. A condição também está associada a um maior risco de desenvolvimento de câncer e, em alguns casos, é acompanhada por malformações físicas.
O transplante de medula óssea é considerado o tratamento mais eficaz, pois substitui a medula óssea defeituosa por células saudáveis de um doador compatível, como ocorreu no caso de João. Esse procedimento permite a normalização da produção de células sanguíneas, reduzindo significativamente os sintomas e os riscos de complicações graves.


