Para o empresário Ivo Paraboni, a queda da antiga ponte em Alto Rolante foi a típica “tragédia anunciada”. “O Daer resolveu o problema para si mesmo, colocando uma placa que estipulava o peso máximo em 10 toneladas, mas todo mundo sabe que passavam caminhões com duas, três até quatro vezes acima desse limite”, ilustra. Não podia ser diferente, pontua o empresário, explicando que as indústrias riozinhenses trazem sua matéria-prima praticamente toda de fora, da mesma forma como escoam sua produção.
Segundo Paraboni, a nova situação que se criou representa transtornos, aumento de custos e perda de tempo para todos. O quase isolamento da cidade também atormenta a vida de trabalhadores riozinhenses, como o industriário João Delmar Krummenaer, que se desloca frequentemente para Rolante.
Segundo o prefeito Airton Trevizani da Rosa, a liberação da nova passagem poderá ter um prazo mínimo de três a quatro meses, visto que a licitação para construção das cabeceiras da ponte sobre o rio Rolante já está resolvida e foi vencida pela mesma empresa que executa a obra de arte: a Sogel.
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