
A campanha Termômetro do Bem, promovida pela cooperativa Sicredi Caminho das Águas, está nos últimos dias de arrecadação de agasalhos no Vale do Paranhana e demais regiões de atuação. A iniciativa, que ocorre há cerca de 25 dias, se encerra na próxima terça-feira (24) e visa beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social por meio da distribuição de roupas e cobertores arrecadados nas agências da cooperativa.
Em entrevista à Rádio Taquara, o gerente de cooperativismo e sustentabilidade da Sicredi Caminho das Águas, Eduardo Glaeser, explicou que a campanha faz parte das ações sociais da instituição, alinhadas ao sétimo princípio do cooperativismo, que preza pelo interesse pela comunidade. “A gente pretende fazer a diferença na vida das pessoas por outros meios que não sejam produtos e serviços financeiros”, afirmou.
As doações podem ser feitas diretamente nas agências do Sicredi até o dia 24 de junho. Os pontos de coleta foram instalados nas unidades da cooperativa, abrangendo desde o litoral até os municípios do Vale do Paranhana. A distribuição dos itens arrecadados ocorrerá na quarta-feira (25), em parceria com entidades locais, Corpo de Bombeiros, assistência social e igrejas.
Segundo Glaeser, a expectativa é alcançar a média anual de quatro a cinco mil peças arrecadadas, volume semelhante ao registrado em campanhas anteriores. Neste ano, parte das primeiras doações foi direcionada para Mostardas, município que sofreu com inundações no início da campanha.
Além da Termômetro do Bem, a cooperativa Sicredi prepara novos projetos para a região. Entre eles, destacam-se a implantação de uma cooperativa escolar na Escola Calisto Eolálio Letti, em Taquara, e a instalação de uma estação meteorológica no município. Outro destaque é o lançamento do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Bem-Estar Financeiro, que será inaugurado no dia 2 de julho em Sapiranga, com foco em educação financeira para toda a região de abrangência da cooperativa.
A campanha Termômetro do Bem ocorre em um momento em que eventos climáticos, como enchentes e chuvas intensas, têm afetado comunidades locais. Para Glaeser, essas iniciativas são fundamentais para atender as demandas crescentes da população diante dessas situações. “Infelizmente, os eventos climáticos estão cada vez mais frequentes e intensos. Precisamos fazer nossa parte e exercitar a solidariedade”, concluiu.


