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Redutor de velocidade é instalado na ERS-239 em frente ao IFRS de Rolante

Obra foi realizada nesta terça-feira (10), após estudo técnico da EGR, e busca ampliar a segurança no acesso ao campus
(Foto: André Amaral/Rádio Taquara)

A Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) realizou, ao longo desta terça-feira (10), a instalação de um redutor de velocidade na ERS-239, em frente ao Campus Rolante do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). A intervenção atende a uma solicitação da instituição de ensino e tem como objetivo reforçar a segurança viária no trecho.

Durante a execução da obra, o tráfego precisou operar em sistema de mão única em alguns períodos, em razão dos trabalhos na pista. A medida foi adotada para garantir a segurança das equipes envolvidas e dos motoristas que utilizam a rodovia.

De acordo com a diretora do IFRS Rolante, Letícia Martins, a demanda pelo redutor de velocidade está relacionada ao histórico de acidentes no local.

“No primeiro fim de semana de janeiro, ocorreu um acidente envolvendo uma motociclista que acabou indo a óbito. Um veículo parou para prestar assistência e, a partir disso, outros carros também se envolveram na ocorrência. Esse foi o último caso, mas já havia diversos registros anteriores de acidentes nesse trecho”, afirmou.

A diretora destaca ainda que o campus está localizado às margens da rodovia e registra intenso movimento diário. “Estamos falando de uma escola. Os veículos trafegam em alta velocidade em frente ao campus, e há também a circulação de ônibus escolares realizando manobras de retorno. As placas de sinalização, por si só, não foram suficientes, porque muitos motoristas não respeitam o limite de velocidade indicado”, explicou.

Em 2026, o Campus Rolante atingiu a marca histórica de mil alunos matriculados, o que resultou em um aumento significativo no fluxo de pedestres, motocicletas e ônibus escolares no acesso à instituição. Segundo Letícia Martins, a falta de controle de velocidade era o principal obstáculo para garantir uma chegada segura ao campus. “Com o crescimento do número de alunos, o movimento aumentou drasticamente, e a velocidade dos veículos passou a ser o maior risco para a segurança de todos”, destacou.

Após a solicitação do IFRS, a EGR realizou um estudo técnico que confirmou a necessidade da intervenção. “O redutor de velocidade não foi instalado de forma aleatória. Houve um estudo preliminar, baseado em dados e informações técnicas, feito pela própria EGR, que tem compromisso com a segurança do trânsito”, ressaltou a diretora.