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Prisão de mãe e padrasto por tortura contra criança é convertida em preventiva em Taquara

Decisão foi divulgada na manhã desta quarta-feira (25) pelo delegado responsável pelo caso

A prisão em flagrante da mãe, de 21 anos, e do padrasto, de 33 anos, investigados por tortura contra uma menina de 3 anos, em uma localidade do interior de Taquara, foi convertida em prisão preventiva. A atualização foi divulgada na manhã desta quarta-feira (25/2) pelo delegado Valeriano Garcia Neto.

Conforme o delegado, o Auto de Prisão em Flagrante (APF) foi convertido em prisão preventiva, medida que mantém os dois investigados recolhidos ao sistema prisional enquanto o caso segue em apuração. O casal havia sido preso na segunda-feira (24), após denúncia feita pelo avô da criança.

Segundo o registro policial, o avô percebeu diversas lesões no corpo da neta quando ficou responsável por cuidar dela enquanto a mãe participava de uma entrevista de emprego. A Brigada Militar foi acionada e realizou a detenção dos suspeitos. A criança foi encaminhada para exame médico, que confirmou a existência de várias lesões.

O caso foi acompanhado por uma conselheira tutelar e registrado na Delegacia de Polícia Civil de Taquara. De acordo com a ocorrência, a própria criança teria relatado as agressões. Após os procedimentos legais, os investigados foram encaminhados ao Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), em Porto Alegre.

Outras informações sobre os envolvidos não foram divulgadas, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para preservar a identidade da vítima.