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Taquara instala ecopontos para descarte de eletrônicos e óleo vegetal e reforça ações de sustentabilidade

Containers estão disponíveis na Prefeitura e na Câmara de Vereadores, com previsão de ampliação para outros bairros
Eletrônicos e óleo vegetal são recolhidos nos containers (Magda Rabie/Prefeitura de Taquara)

A Prefeitura de Taquara passou a contar com ecopontos para o descarte correto de resíduos eletrônicos e óleo vegetal, instalados na sede do Executivo Municipal e na Câmara de Vereadores. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente, Defesa Civil e Causa Animal, busca reduzir os impactos ambientais causados pelo descarte irregular desses materiais e incentivar práticas sustentáveis no município.

Os pontos de coleta são permanentes e fazem parte de um projeto que deverá ser ampliado para outros bairros da cidade. A ação não gera custos ao município e integra um conjunto de estratégias voltadas à preservação ambiental e à promoção da economia circular.

O secretário da pasta, Júnior Eltz, destaca a relevância da iniciativa. “Nosso objetivo é oferecer à população uma alternativa correta para o descarte de eletrônicos e óleo vegetal, evitando danos ao meio ambiente. Além disso, incentivamos a reciclagem e o reaproveitamento de materiais, fortalecendo práticas mais sustentáveis no dia a dia”, afirmou.

A ação conta com a parceria de empresas especializadas, como JG Recicla e Circulare, além do apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul, por meio do programa Sustentare.

O que pode ser descartado

Nos ecopontos, a comunidade pode descartar diversos tipos de equipamentos eletrônicos em desuso, como computadores, celulares, carregadores, teclados e até eletrodomésticos, além do óleo vegetal. A orientação é que os materiais sejam entregues diretamente nos locais indicados, contribuindo para o descarte adequado.

Destinação correta e impacto social

Após a coleta, os resíduos passam por um processo que também envolve impacto social. Os materiais eletrônicos são encaminhados para instituições prisionais, onde apenados realizam a separação dos componentes. Em seguida, os itens são destinados à indústria, por meio da logística reversa, garantindo o reaproveitamento e a destinação ambientalmente correta.