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As muitas saudades de uma “australiana” bem taquarense

Rubem Alves inscreveu-se entre aqueles que já arriscaram traduzir em palavras um sentimento quase inexplicável: “A saudade”, anotou o escritor,

Rubem Alves inscreveu-se entre aqueles que já arriscaram traduzir em palavras um sentimento quase inexplicável: “A saudade”, anotou o escritor, “é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar”. Pode ser. O certo é que cada indivíduo e povo têm sua forma de expressar essa sensação de falta – que para uns é boa, pois melhor que o vazio; e para outros é um castigo, dada a distância daqueles de quem se gosta.
Aludindo ao Dia da Saudade, transcorrido em 30 de janeiro, a edição impressa do Panorama traz a história de uma taquarense vivendo longe – muito longe – da terra natal: Ana Paula Silva Matos deixou o Brasil em 7 de agosto de 2008, rumo à Austrália, com o intuito de ficar seis meses no exterior, estudando inglês, aprendendo a ser mais independente e viajando. Mas os planos mudaram, e a jovem permaneceu lá, sem regressar nem ao menos uma vez para rever familiares e amigos. Feliz, mas saudosa, ela contou que só precisa resolver questões burocráticas a fim de se estabelecer em definitivo na “terra dos cangurus”, onde até se casou. Na conversa por e-mail com a reportagem, revelou como lida com a saudade, apontando-a como o único senão dessa experiência internacional.

Falta das coisas daqui amplifica o sentimento

O primeiro destino de Ana Matos na Austrália foi Sydney, considerada uma das mais belas cidades do país. “Minha identificação com o lugar foi instantânea, e minha adaptação foi tão rápida, que me senti em casa logo nas primeiras semanas”, relatou a taquarense. O Panorama, em sua edição impressa, traz a visão de Ana a respeito de suas muitas saudades – dos amigos, dos familiares, das comidas da mãe, dos costumes… – e, ao mesmo tempo, algumas de suas dicas para aplacar essa sensação de ausência. Confira!

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