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Doações do estrangeiro cobriam déficit no Lar Padilha

A Associação Beneficente Evangélica da Floresta Imperial (Abefi) confirmou ao Jornal Panorama a possibilidade concreta de desativar o Lar Padilha,

A Associação Beneficente Evangélica da Floresta Imperial (Abefi) confirmou ao Jornal Panorama a possibilidade concreta de desativar o Lar Padilha, fundado há 35 anos, dentro de dois a três meses. Conforme o pastor Carlos Bock, a entidade sediada em Novo Hamburgo e ligada à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) definiu prazo até o final de maio para tentar reverter a situação, caso contrário o fechamento será inevitável.
Explicou que, até recentemente, o abrigo tinha como uma de suas principais fontes de receita as doações recebidas do estrangeiro, a exemplo da Noruega, garantindo a manutenção da casa. Ocorre, no entanto, segundo o pastor, que as organizações desses países atualmente preferem canalizar seus recursos para nações pobres da África, pois há a concepção de que o Brasil deixou o estágio de sub-desenvolvimento. “Ainda não estamos endividados, mas, se não houver uma solução, antes que isso aconteça, vamos ter que fechar as portas”, sentenciou Carlos Bock.

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