E a família, como vai?
Esta postagem foi publicada em 11 de março de 2011 e está arquivada em E a família, como vai?.

A mídia dentro de casa

Algum tempo atrás, vi em um jornal uma foto muito interessante. Mostrava uma família de mãos dadas a uma televisão, essa representando um integrante da casa. Hoje, talvez, incluiríamos o computador como membro familiar em muitos lares. Mas, são os conteúdos desses veículos de comunicação que têm me incomodado. É tempo roubado da infância das nossas crianças e que não estimula o “pensar”.
A mídia dá a entender que todos devem pensar iguais. Por exemplo: sobre o homossexualismo. Ai de quem discordar!  É considerado desnaturado e homofóbico. A mídia está nos dizendo, em quase todas as programações, que é moderno ser homossexual, seguindo o ditado segundo o qual “o que está na moda não incomoda”. Mas, você já parou um pouquinho para ouvi-los? É um sofrimento! E não é somente por enfrentar barreiras culturais, vai muito além, e um dos grandes causadores desse sofrimento é que os meninos nascem para ser homens com todas as suas características internas e externas, e as meninas nascem para ser mulheres da mesma forma, inclusive com a possibilidade de gerar um bebezinho. Fora disso: sofremos!
Estamos vivendo tempos muito difíceis, diria até que perdemos a identidade em alguns aspectos. Hoje, a mídia dita a regra, e nós vamos no “embalo”. Aceitamos tudo e, muitas vezes, comemos “comida estragada”. E mais: temos medo de dizer o que realmente pensamos. Receamos, pois o outro degustou aquela comida e poderá nos criticar por falarmos o que realmente pensamos sobre o assunto em pauta. Imaginem como as crianças vão dizer o que pensam, se nós, adultos, nos acovardamos!
A regra que ouvimos é de que não podemos ferir o direito dos homossexuais. Mas não é direito do outro poder comunicar o que pensa? Esta é uma faca de dois gumes!
Sugiro a você, pai e mãe, acompanhar o que seus filhos estão assistindo. E não esqueça: você é que deve ter o domínio sobre o controle da tevê. E que tal apertar o botão de desligar e ter um tempo precioso para dialogar e brincar com seus filhos? Talvez, uma brincadeira em família?
Obs: As gestantes estão reclamando que não está sendo respeitado o direito adquirido de preferência nas filas de atendimento. Penso que elas precisam ser tratadas por nós com mais carinho. Pois carinho gera carinho, respeito gera respeito. Que tal, semearmos isso na vida de quem està gerando vida?
Você já abraçou o seu filho hoje?

Os artigos publicados no site da Rádio Taquara não refletem a opinião da emissora. A divulgação atende ao princípio de valorização do debate público, aberto a todas as correntes de pensamento.
Participe: [email protected]

Leave a Reply