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Após reclamação, coordenadora esclarece atendimento do Samu

Motivada por um e-mail recebido nesta semana, a reportagem do Panorama procurou esclarecer como funciona o Serviço de Atendimento Móvel

Motivada por um e-mail recebido nesta semana, a reportagem do Panorama procurou esclarecer como funciona o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Dizendo-se indignada com o sistema público de saúde, uma moradora do interior de Taquara e funcionária pública de uma Secretaria Distrital contou que na terça-feira pela manhã foi solicitada para que chamasse uma ambulância para socorrer um vizinho. No entanto, ele acabou falecendo sem obter socorro.
Na negativa de conseguir atendimento para o morador, a taquarense questiona até quando vão precisar ocorrer mortes para que o problema da saúde pública seja resolvido. Procurada pela reportagem do Panorama, a coordenadora do Samu explicou que o serviço deve atender a todas as situações que representam risco de vida. Ela comentou, ainda, que as ligações para o número 192 são gravadas e que, informando o dia e horário da chamada, é possível identificar quem fez o atendimento e corrigir futuros erros. Já em relação aos casos que não são atendidos, Carla destaca todos aqueles em que a ambulância servirá apenas como meio de transporte para pessoas.

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