Perfil

Antonio Carlos Scheffel Filho

Antonio Carlos Scheffel Filho, 23 anos, natural de Taquara, é filho de Antonio Carlos Scheffel e Lilian Schuch. Namora Cláudia

Antonio Carlos Scheffel Filho, 23 anos, natural de Taquara, é filho de Antonio Carlos Scheffel e Lilian Schuch. Namora Cláudia Scheffel e é fotógrafo da Foto de Fato.

Como foi que você ingressou na área da fotografia e de que maneira a influência de seus contribuíram para isso?
Comecei a trabalhar no laboratório ainda criança, com 9 ou 10 anos, sempre com o auxílio do meu pai. Ele também me levava junto aos eventos em que trabalhava, e foi me ensinando a fotografar em estúdio, em casamentos, aniversários. Durante as férias eu também ficava trabalhando no laboratório e ainda ajudava na parte de atendimento às pessoas. Sempre estive ali e acabei pegando o gosto. Temos um cuidado muito grande com as fotos, tratamos como se fossem nossas, pois as imagens são confidenciais.

Qual a importância de dar continuidade ao trabalho na área da fotografia, iniciado por seu avô e seguido por seu pai?
Considero ser bem legal. Meu avô começou a trabalhar na área viajando para tirar fotos das cidades vizinhas. Meu pai seguiu a profissão de meu avô e eu também estou seguindo. Não sei se a próxima geração irá continuar, mas espero que sim.

Na sua opinião, qual é a maior facilidade e o maior desafio enfrentados hoje com a evolução da tecnologia digital?
Para mim, a facilidade é a de que através da internet temos uma facilidade ainda maior em saber como podemos prestar novos serviços e termos mais conhecimentos. A tecnologia digital ajuda muito, em função da visualização da imagem, que é na hora. Na época dos filmes, as fotos eram uma surpresa. Contudo, o maior desafio também é a própria tecnologia, que  gera muito mais concorrência e torna o mercado mais exigente do que era há tempos atrás.

É comum dizer que as coisas se tornam mais bonitas pelo olhar do fotógrafo. Você concorda com essa afirmação?
Sim. É como diz o ditado: “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Na hora de fotografar vemos a perspectiva daquele momento, mas logo depois percebemos que existem outros segredos.

Quais são suas impressões de Taquara?

Considero Taquara uma cidade bastante boa para morar. De todas as pessoas que eu gosto, a maioria delas são daqui. São pessoas boas e queridas.

Como você se define?
Sou uma pessoa humilde.

O que gosta de fazer como lazer?

Gosto de passar momentos com a minha namorada.

O que lhe tira do sério:
a mentira.

Como conheceu a Cláudia e o que mais admira nela?
Nos conhecemos em um show em Sapiranga, no ano de 2002. O que mais admiro nela são o sorriso, a humildade, a alegria e a sinceridade.

Uma mania: acordar tarde no domingo.

Uma habilidade: em conhecimentos geográficos.

Quais são seus planos para o futuro?
Pretendo continuar trabalhando na área de fotografia, até a minha aposentadoria, que ainda está longe de chegar. Também quero poder estar feliz com as pessoas ao meu lado e me manter sempre bem de saúde.

Estilo musical: só Rock.

Prato predileto: churrasco.

um lugar: praia.

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“A tragédia da vida é que nos tornamos velhos cedo demais e sábios tarde demais”, Benjamin Franklin.

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