Apesar de ser uma taquarense que praticamente só usa a cidade como dormitório, e já que contribuo pontualmente com todos os meus impostos, sinto-me no direito de parabenizar e também criticar algumas coisas que tenho presenciado na cidade e que considero importante ponderar.
Aqui vai um agradecimento e uma reclamação: no início de abril, minha mãezinha caiu numa calçada perto do Posto 24 Horas. Problema nas calçadas que se alastra ano após ano… Mas também vai aqui um agradecimento especial ao Posto, pois assim que viram minha mãe caída na rua correram todos para socorrê-la, a levaram para dentro, a medicaram corretamente, e só permitiram a saída dela quando um familiar foi buscá-la. Parece que aqui tenho uma crítica, mas também uma gratidão enorme pelo excelente atendimento que deram a ela. Ponto para um lado, mas tiro um ponto do outro.
Tenho vivido em sobressaltos nestes últimos dias, mais exatamente desde quando retiraram as tachas redutoras de velocidade da rótula defronte a Prefeitura. Eu, sinceramente, não tinha nada contra elas, até porque as mesmas me garantiam uma segurança que me foi tirada. Não entendo os porquês da ordem de retirá-las sem a imediata substituição por cocurutos ou outra medida, já que a educação ou má informação dos que utilizam a rótula parece não estar clara (é preferencial na rótula o motorista que já está contornando-a), e não que a Rua Tristão Monteiro continua sendo a preferencial. Diariamente passo na rótula de manhã cedo parar ir ao trabalho, e já é a segunda vez que quase me batem bem no meio dela. Se não gostaram da alternativa dada pela Prefeitura, qual a solução a ser dada – já que é de vital importância que se instale um redutor ali – ou quem será responsável por possíveis danos físicos e materiais que um acidente ali possa provocar?
Evanise Schein
Esta postagem foi publicada em 3 de junho de 2011 e está arquivada em Caixa Postal 59.


