Elsa Lisete da Luz, 49 anos, natural de Rolante. É casada com Paulo Renato da Luz (53), com quem tem três filhos: Andrea Carine de Oliveira (30), Fábio Renato da Luz (29) e Gustavo da Luz (23). Formada em Magistério, atua como auxiliar de escritório da Contabiluz, empresa da família em Taquara, e é a atual presidente da Embaixada Feminina de Amor pelo Hospital de Taquara.
Como você ingressou na Embaixada Feminina e o que a motiva a participar?
Em 2008, durante o baile da Embaixada, fui convidada para fazer parte da entidade. Eu já conhecia o trabalho realizado e, principalmente com a crise do fechamento do hospital, senti necessidade de participar. Antes disso, já exercia o voluntariado através da igreja, quando fui catequista e integrei durante 12 anos a diretoria da paróquia Santa Teresinha.
O que representa para você ser presidente da Embaixada?
É um trabalho muito gratificante. Anteriormente atuei como secretária por dois anos e agora assumi a presidência por acreditar na causa e contar com uma equipe muito boa, que “veste a camiseta” e que está sempre disponível. Isso motiva a gente a continuar o trabalho. O hospital reabriu, está funcionando, mas ainda há muita coisa para ser feita. A nossa principal meta é divulgar o Cartão Bom Amigo Bom Jesus que além do oferecer convênio ainda ajuda o hospital com contribuições a partir de R$12,00. Também fizemos recentemente a doação de 100 cobertores tentando propiciar um pouquinho de conforto para que a estadia dos enfermos seja menos sofrida.
Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Me formei no Magistério e atuei como professora durante 14 anos, dez deles na escola Theóphilo Sauer e quatro na educação infantil. Depois, deixei a sala de aula para trabalhar com meu marido. No início éramos só nós dois no escritório. Hoje, nosso filho mais velho trabalha conosco e temos ainda mais um funcionário.
Quais são suas principais características pessoais?
Sou uma pessoa muito otimista, de bem com a vida. Quando assumo algo é para valer, como no caso da Embaixada, e não meço esforços. Hoje também estou muito vovó, aproveitando meus netos que estão com três anos.
O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Aos finais de semana gosto de pegar o chimarrão e sair de carro com a família, sem rumo, passear, almoçar e voltar para casa somente no final da tarde. Também gosto de ir ao cinema.
Como conheceu seu marido e o que mais admira nele?
Nos conhecemos em 1976, num baile do CTG O Fogão Gaúcho. Dali passaram quatro anos de namoro, noivado, até o casamento, em 1980. Ele é muito dedicado ao trabalho e à família, não mede esforços para isso. Também é muito honesto e amoroso, um excelente marido, pai e avô.
O que mais a preocupou em ensinar aos seus filhos?
Os valores morais, cristãos; o que se precisa para ser uma pessoa de bem, além de mostrar que é fundamental correr atrás dos sonhos, sem deixar de ter uma boa conduta, pois hoje o mais importante é o caráter de uma pessoa.
Quais são seus planos para o futuro?
Nos dois anos em que irei presidir a Embaixada pretendo fazer tudo o que estiver ao meu alcance para melhorar e atender as necessidades do hospital. Profissionalmente, o escritório está crescendo e planejo continuar atuando junto com a família. A formação aos filhos já está se concretizando, então pretendo aproveitar a vida, passear.
O que a tira do sério: falsidade.
Uma habilidade: cozinhar.
Uma mania: tomar chimarrão de manhã cedo.
Estilo musical: MPB.
Prato predileto: pizza.
Um lugar: Maceió.
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