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Sinalização precária dificulta vida de visitantes em Taquara

Um repórter do Panorama passava pela rua Júlio de Castilhos quando foi abordado por duas senhoras que procuravam o Fórum

Um repórter do Panorama passava pela rua Júlio de Castilhos quando foi abordado por duas senhoras que procuravam o Fórum local. Ao explicar para as mulheres o trajeto que deveriam percorrer até a sede da Comarca, deu-se conta de uma dificuldade que nem sempre é percebida por quem reside na cidade e está acostumado com a localização de órgãos públicos e outros pontos importantes: Taquara não possui placas indicativas em suas ruas informando aos visitantes onde se situam instituições como a Prefeitura, Hospital, Delegacia de Polícia e outros órgãos e entidades importantes e de caráter regional.
Para comprovar este problema, a reportagem do Panorama percorreu as principais ruas e acessos da cidade em duas ocasiões no final da semana passada. Trechos das rodovias ERSs-020 (avenida Sebastião Amoretti), 239 e 115, que servem como entrada da área urbana, foram percorridos pelos repórteres simulando a chegada de um visitante que não conhecesse a cidade e que precisasse vir a Taquara para algum compromisso profissional ou mesmo tratar de assunto em algum órgão público. A simulação (foto) mostrou que persiste uma situação já denunciada pelo jornal em reportagem do início da década passada: existem poucas placas indicando que o visitante está entrando em Taquara e como ele deve chegar ao centro da cidade.
Mesmo que saiba que está em Taquara, este visitante hipotético precisará usar de um velho ditado para se achar na cidade: “quem tem boca vai a Roma”. Confira na edição impressa detalhes dos trechos percorridos pela reportagem em Taquara.

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