André Lima da Silva, 37 anos, é natural de Porto Alegre. Casado com Lisane Beatriz Grings, de 34 anos, com quem tem uma filha: Júlia, de cinco anos. Possui curso superior pela Academia de Polícia e está cursando faculdade de Direito. Desempenha atividade policial militar, onde ocupa o cargo de capitão da Brigada Militar, comandando a corporação em Taquara.
Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Meu pai foi sargento da Brigada Militar em Taquara e Igrejinha. Por isso, já desde pequeno, convivi com a corporação e, de certa forma, a família acabou influenciando na escolha profissional. Iniciei minha carreira como soldado bombeiro, trabalhando em Sapiranga. Após, fiquei quatro anos na Academia de Polícia, em Porto Alegre, onde me formei oficial. Desde então, minhas atividades sempre estiveram ligadas à região. Atuei em Novo Hamburgo, Igrejinha, Gramado e agora Taquara.
O que representa para você ser comandante da corporação em Taquara?
É muito importante, pois me criei em Taquara e hoje é uma satisfação muito grande poder trabalhar aqui. Espero ter condições de cada vez melhorar mais o serviço para a comunidade.
Na sua opinião, qual a importância do curso de preparação para o concurso da BM que será realizado pela Faccat e Consepro?
Ele é importante por dois motivos. O primeiro é por se tratar de uma iniciativa inédita, que demonstra o interesse da comunidade local em melhorar a segurança, colaborando com os órgãos policiais e com o próprio Governo do Estado para alcançar seu objetivo. Em segundo lugar – e também a principal finalidade do curso –, é que mais pessoas da região consigam ser aprovadas no concurso da BM. Por essa razão, merecem destaque o interesse e o pronto atendimento do Consepro e da Faccat (que se uniram para viabilizar a iniciativa).
O que mais agrada e qual a maior dificuldade na carreira policial?
Por trabalharmos diretamente com a população, o que mais encanta é poder ajudar as pessoas diariamente, atendendo desde acidentes de trânsito, nos quais normalmente somos os primeiros a chegar; até nas ocorrências mais complexas. Já a maior dificuldade é não ter condições de fazer mais pela comunidade para a qual nós trabalhamos.
Cite um fato marcante da sua carreira profissional.
A interação é algo marcante quando existe um problema maior na área da segurança, em que a polícia precisa de apoio de todos. O próprio policial que está de folga vem até o quartel, a comunidade liga e ajuda… São, por exemplo, casos de grandes assaltos, enchentes, em que todos procuram se unir para ajudar.
Você participa de algum grupo da comunidade?
Sim, faço parte do ECC (Encontro de Casais com Cristo) em Igrejinha, em função da amizade que temos lá e do trabalho que se faz em prol da comunidade.
O que gosta de fazer nas horas vagas?
Sou caseiro: gosto de ler bastante, brincar com minha filha e também passear com a família.
Cite suas principais características pessoais.
Tenho muita força de vontade e me esforço muito para fazer as coisas da melhor forma possível.
Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos em um baile, no interior de Taquara. O que mais admiro é a alegria e o otimismo que ela tem em tudo.
O que mais lhe preocupa na criação de sua filha?
Procuro passar à ela a importância do respeito aos valores e, principalmente, às pessoas. Assim como me preocupo em dar uma atenção especial para a educação e ao estudo também.
Quais são seus planos para o futuro?
Me formar em Direito neste ano é o plano mais próximo que tenho. No campo profissional, é conseguir um esforço de todos os policiais e da própria comunidade para melhorar e ampliar o policiamento no município.
Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: “Que este seja um ano de muita união, trabalho e companheirismo, valores que são muito importantes”.


