A rodovia está com trecho interrompido em razão do aparecimento de rachaduras na pista. Em sessão que iniciou agora pela manhã, a AGERGS está decidindo se as obras de contenção devem ser realizadas pelo governo do Estado ou pela concessionária Brita Rodovias, que opera o pedágio da 115. A interrupção do tráfego vem causando inúmeros prejuízos a estabelecimentos que se situam às margens da rodovia. Segundo o empresário Erni Engelmann, que possui um posto de combustíveis e loja de calçados na 115, a queda do movimento no último final de semana chegou a 60%. Ele demonstra preocupação com a possibilidade de que as obras demorem três meses para serem concluídas.
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