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Ministério Público emite parecer contrário à compra dos bens do hospital pela Prefeitura

O documento da Promotoria foi anexado ao processo que tramita na Justiça do Trabalho, em que a Prefeitura propõe a

O documento da Promotoria foi anexado ao processo que tramita na Justiça do Trabalho, em que a Prefeitura propõe a compra direta dos bens imóveis da casa de saúde por mais de R$ 4,2 milhões. Originalmente, a administração municipal queria parcelar este valor em 85 vezes, mas diminuiu a proposta para 64 parcelas, o que ainda não foi oficializado à Justiça do Trabalho. Com base na primeira proposta, a Promotoria emitiu parecer contrário à compra direta, tendo em vista o elevado número de parcelas, sem correção monetária e reposição de juros, o que desvalorizaria consideravelmente o valor recebido pelos ex-funcionários que mantém ações trabalhistas contra o antigo Hospital de Caridade. O Ministério Público afirma ainda que a Prefeitura possui histórico desfavorável no cumprimento de obrigações assumidas, visto que havia se comprometido a abrir mão dos valores pagos a título de aluguel pelo Centro Nefrológico, mas atualmente vem batalhando em sentido contrário.

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