Conforme os dados do escritório da Emater de Parobé, os produtores rurais têm recorrido ao Pronaf com finalidades distintas. Entre elas, constam a construção de mangueiras para confinamento de gado de corte, aquisições de veículos para transporte e de máquinas agrícolas, compra de alevinos e ração para piscicultura e custeio para plantio de melancia e aipim. “É dinheiro que vem e fica girando no município, melhorando as condições de vida e também os níveis de produtividade na agricultura familiar”, observa Ana Barbieri.
O secretário municipal da Agricultura, Roberto Santana Jr., lembra que a Pasta chegou a promover uma reunião com representantes de instituições bancárias a fim de contornar as questões burocráticas que, muitas vezes, emperravam o andamento dos processos. Além disso, a Secretaria participa das avaliações nas propriedades com vistas à liberação dos empréstimos. “A gente verifica quem é produtor e quem não é e também se vai ter condições de pagar”, explica. Santana vê o acesso ao crédito rural como extremamente positivo para o desenvolvimento da agricultura no município.


