Teve novos desdobramentos nesta semana o processo que trata das dívidas trabalhistas da Sociedade Hospitalar de Caridade de Taquara, em que a Prefeitura tenta comprar os bens imóveis da entidade. O juiz Eduardo de Camargo negou proposta do Executivo, que tentava comprar pelo valor da avaliação (R$ 4.271.719,90), os imóveis. Contudo, o magistrado suspendeu o processo por 30 dias, dando o prazo para que a Prefeitura apresente nova proposta de compra direta dos bens do antigo Caridade.
Em sua decisão, divulgada na terça-feira, o magistrado explica que, após cientificados da proposta inicial da Prefeitura, os advogados da maioria dos reclamantes não concordaram com o ofertado. Apenas uma procuradora afirmou nada ter a opor ao proposto pela administração municipal. Em virtude disso, o juiz acatou parecer do Ministério Público do Trabalho, que opinou pelo indeferimento da proposta.


