Perfil

Maurício Hugentobler

Maurício Hugentobler, 40 anos, é natural de Taquara. É casado com Mari da Silva Hugentobler, 40 anos, com quem tem

Maurício Hugentobler, 40 anos, é natural de Taquara. É casado com Mari da Silva Hugentobler, 40 anos, com quem tem uma filha, Maria Luiza, de 11 anos. Microempresário do ramo de terraplenagem, é presidente da Associação de Pais e Mestres (APM) do Colégio Santa Teresinha, e um dos vice-presidentes da Associação dos Motoristas de Taquara. No começo do ano, assumiu uma das cadeiras no Legislativo municipal.

Ao que você atribui a eleição para vereador?
É uma satisfação e um reconhecimento da comunidade, a qual soube avaliar a minha proposta e entender a mensagem que levei durante a campanha. Acredito que o que estava apregoando seria algo útil para nossa cidade e, assim, assumi a oportunidade de fazer mais do que já vinha fazendo pela nossa comunidade.

Em quais áreas você pretende atuar no Legislativo?
Tenho dito que não tenho área específica. Mesmo me identificando mais com as obras, que estão dentro do meu ramo, vejo a vereança como um todo e pretendo atuar em áreas distintas e trabalhar como um todo, pois o município tem que prosperar de maneira geral.

O que representa para você ser presidente da APM do Santa?
Para mim, está sendo uma experiência muito positiva e agradável. Os pais têm que acompanhar a vida escolar dos filhos e, através da associação, a convivência com a comunidade escolar muda.

O que o motiva a integrar também a Associação dos Motoristas de Taquara?
É recompensador e muito interessante fazer parte desta “família”, pois ela é formada por um grupo de amigos, o qual existe desde a fundação da entidade e que vai tendo uma sucessão familiar. Acho que temos que nos envolver em algum trabalho comunitário, pois é um jeito de apresentar para a sociedade alguma coisa útil. A Festa dos Motoristas, que já é um evento tradicional da associação, faz parte do calendário de eventos do município.

Quais são suas principais características pessoais?
Sou uma pessoa de fácil relacionamento, bastante expansivo e, basicamente, uma pessoa comum, com meus valores e princípios. Gosto de manter o alto astral, o clima positivo. Também me considero brincalhão, mas o respeito sempre baliza minhas atitudes, pois ele é fundamental em relação ao próximo.

O que gosta de fazer em suas horas vagas?

Sou muito caseiro, gosto de ficar com a minha esposa e com a minha filha, cuidar das plantas do meu jardim, tocar meu violão e receber amigos em casa, que é onde gosto de estar.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?

Nos conhecemos em uma festa de aniversário de uma amiga em comum, no bairro Mundo Novo. Foi amor à primeira vista. Admiro muitas coisas nela, mas principalmente sua lealdade e companheirismo. Ela se tornou meu ponto de apoio, em função do compromisso que tem comigo, em apoiar sempre minhas iniciativas. Admiro também a dedicação e o cuidado que tem com nossa filha, por ser uma supermãe.

O que mais lhe preocupa na criação de sua filha?

São várias as preocupações, em relação ao mundo que ela vai encontrar daqui há oito, dez anos. Procuro passar para ela os valores que absorvi da minha família, somados de mais alguma coisa que incorporei com o tempo, com as pessoas à minha volta. Não só eu, mas também minha esposa, procuramos acompanhar os passos dela, apoiar suas iniciativas e cobrar que tenha respeito pelo próximo.

Quais são seus planos para o futuro?

Politicamente, espero poder dar minha parcela de contribuição, correspondendo à expectativa das pessoas que votaram em mim, e ajudando o prefeito Délcio a colocar em prática suas idéias e planos de governo. Pessoalmente, pretendo continuar adquirindo conhecimento e valores e, com isso, proporcionar para minha filha uma possibilidade ainda maior de crescimento.

Estilo musical:
todos, sou bem eclético.

Prato predileto:
lasanha.

Deixe uma mensagem aos leitores do jornal:
“Temos que encarar as coisas com alegria, perseverança e um pouco de desprendimento, cada um dando aquilo que tem de melhor. Esses são alguns dos ingredientes para que possamos fazer acontecer. Sem pré-julgamentos, sem preconceitos”.

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