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Construtora desiste de usar novo modelo de argamassa para casas no Empresa

O teste de um novo modelo de argamassa para a construção das casas populares do programa de Aceleração do Crescimento

O teste de um novo modelo de argamassa para a construção das casas populares do programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no bairro Empresa causou polêmica nesta semana em Taquara. Os vereadores Fabiano Matte e Luis Felipe Luz Lehnen denunciaram o que entenderam serem irregularidades na construção das unidades habitacionais, mas a Prefeitura e a construtora responsável rechaçaram qualquer problema. Mesmo assim, a empresa anunciou que desistiu de utilizar o novo modelo. O assunto veio à tona a partir de nota divulgada pelos dois vereadores. Lehnen questionou ainda o trabalho de fiscalização da obra por parte do Executivo. Mesmo não previsto na licitação da obra, a empresa enviou ofícios à Caixa Econômica Federal pedindo autorização para a utilização do novo modelo. Contudo, a Caixa ainda não respondeu as solicitações da Mattone Construtora. Se a alteração for aceita pelo banco estatal, nada mais será modificado nas duas casas que foram construídas com a nova argamassa. Entretanto, novas unidades não terão o novo modelo, porque, segundo Richetti, a tecnologia se mostrou mais cara do que a utilização de cimento, como havia sido definida inicialmente pela Prefeitura. No caso de o banco não aceitar a modificação, as duas casas terão que ser demolidas e reerguidas novamente, sem prejuízo aos cofres públicos, uma vez que será bancado pela empresa construtora.

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