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Prefeitura de Taquara apresenta nova proposta para compra dos bens imóveis do hospital

O documento foi formalizado nesta semana à Justiça do Trabalho e a tentativa do Executivo é evitar um novo leilão

O documento foi formalizado nesta semana à Justiça do Trabalho e a tentativa do Executivo é evitar um novo leilão judicial, uma vez que a proposta anterior foi rejeitada pelos ex-funcionários da Sociedade Hospitalar de Caridade. A nova oferta mantém o total em R$ 4,2 milhões, conforme avaliação por laudo judicial, mas possui novidades, como um valor de entrada. Esta parcela seria paga com a liberação de um valor estimado em R$ 449 mil que havia sido depositado judicialmente pelo Centro Nefrológico de Taquara, quando a empresa ficou sem saber se deveria quitar o aluguel para o Caridade ou à Prefeitura. A Justiça decidiu que este recurso é da Prefeitura, a qual vinha dizendo que iria investir o valor em obras na casa de saúde, mas agora voltou atrás e aceitou liberar a verba para uso no pagamento das pendências trabalhistas do antigo Caridade.

Saldo da compra de bens do hospital seria pago de forma parcelada
A proposta da Prefeitura de Taquara enviada à Justiça prevê o pagamento do saldo de forma parcelada, começando no ano que vem, quando seriam quitadas 12 parcelas de R$ 50 mil. O restante seria pago em 24 vezes, a partir de 2013, com parcelas estimadas em pouco mais de R$ 130 mil. A nova proposta de compra dos bens imóveis do hospital foi revelada com exclusividade na edição desta semana do Jornal Panorama. O prefeito Délcio Hugentobler informou à reportagem que espera um retorno positivo, uma vez que a nova oferta foi baseada em uma tratativa prévia com os advogados dos reclamantes. Ponderou também que não pôde ser aceita pela administração municipal a proposta de correção monetária, pois, caso fosse paga, o valor desembolsado para a compra do hospital poderia ser superior à avaliação contida no laudo judicial.

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