Comentando o assunto em sua coletiva de imprensa, o prefeito Délcio Hugentobler disse que continua aguardando uma posição da Justiça do Trabalho. Segundo ele, não há outra proposta a ser feita, uma vez que não há hipótese de ser paga a correção monetária. “Fomos ao limite”, sentenciou o chefe do Executivo.
De acordo com o prefeito, o laudo judicial que baseou a proposta de R$ 4,2 milhões da Prefeitura é bastante claro quanto ao valor. Caso fosse acrescentada a correção monetária, entende o prefeito, o montante total desembolsado para pagar a conta de aquisição dos bens imóveis do Caridade poderia ser superior ao valor do laudo, o que não foi autorizado pela Câmara de Vereadores. “Não há possibilidade jurídica de o Município prever correção”, ponderou o prefeito, acrescentando que o Tribunal de Contas poderia rejeitar a prestação de contas do Executivo caso isso fosse pago. “O laudo é muito claro quanto ao valor”, disse Délcio.


